{"id":611,"date":"2019-08-27T13:51:18","date_gmt":"2019-08-27T16:51:18","guid":{"rendered":"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/?p=611"},"modified":"2019-08-27T14:00:59","modified_gmt":"2019-08-27T17:00:59","slug":"esclerose-multipla-conhecendo-podemos-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/2019\/08\/27\/esclerose-multipla-conhecendo-podemos-mais\/","title":{"rendered":"ESCLEROSE M\u00daLTIPLA: conhecendo, podemos mais!"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Especial | Dia da Conscientiza\u00e7\u00e3o sobre Esclerose M\u00faltipla <\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"640\" height=\"640\" src=\"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/gerardo_260820191.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-612\" srcset=\"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/gerardo_260820191.png 640w, https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/gerardo_260820191-150x150.png 150w, https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/gerardo_260820191-300x300.png 300w, https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/gerardo_260820191-88x88.png 88w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>\u200bA esclerose m\u00faltipla (EM) \u00e9 uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica cr\u00f4nica que compromete o sistema nervoso central\u200b\u200b (SNC).<\/p>\n\n\n\n<p>A preval\u00eancia e incid\u00eancia de Esclerose M\u00faltipla no mundo variam de acordo com a geografia e etnia, com taxas de preval\u00eancia que variam de 2 por 100.000 no Jap\u00e3o e mais de 100 por 100.000 na Europa e Am\u00e9rica do Norte. No Brasil, estima-se que existam 40.000 casos da doen\u00e7a, conforme a \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Esclerose M\u00faltipla e Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade de 2013. O n\u00famero estimado de pessoas com Esclerose M\u00faltipla no mundo aumentou de 2,1 milh\u00f5es em 2008 para 2,3 milh\u00f5es em 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a incide geralmente entre 20 e 40 anos de idade, predominando entre as mulheres.&nbsp; A causa envolve predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (com alguns genes j\u00e1 identificados que regulam o sistema imunol\u00f3gico) e fatores ambientais, bem como infec\u00e7\u00f5es virais (v\u00edrus Epstein Barr), exposi\u00e7\u00e3o ao sol e consequente n\u00edveis baixos de vitamina D prolongadamente, exposi\u00e7\u00e3o ao tabagismo e obesidade,principalmente na fase da adolesc\u00eancia, e mais recentemente um artigo publicado na revista Neurology em 2018, o contato com solventes org\u00e2nicos tamb\u00e9m foi relacionado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dr. Responde: O que \u00e9 Esclerose M\u00faltipla?\" width=\"629\" height=\"354\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UmX8teMzWtg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><figcaption>V\u00eddeo &#8211; Hospital Albert Einstein| O que \u00e9 Esclerose M\u00faltipla?<br> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Como ocorre a desmieliniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nos portadores de esclerose m\u00faltipla as c\u00e9lulas imunol\u00f3gicas invertem seu papel: ao inv\u00e9s de protegerem o sistema de defesa do indiv\u00edduo, passam a agredi-lo, produzindo inflama\u00e7\u00f5es. As inflama\u00e7\u00f5es afetam particularmente a bainha de mielina \u2013 uma capa protetora que reveste os prolongamentos dos neur\u00f4nios, denominados ax\u00f4nios, respons\u00e1veis por conduzir os impulsos el\u00e9tricos do sistema nervoso central para o corpo e vice-versa. <\/p>\n\n\n\n<p>Com a mielina e os ax\u00f4nios lesionados pelas inflama\u00e7\u00f5es, as fun\u00e7\u00f5es coordenadas pelo c\u00e9rebro, cerebelo, tronco encef\u00e1lico e medula espinhal ficam comprometidas. Desta forma surgem os sintomas t\u00edpicos da doen\u00e7a, como altera\u00e7\u00f5es na vis\u00e3o, na sensibilidade do corpo, no equil\u00edbrio no controle esfincteriano e na for\u00e7a muscular dos membros com consequentemente redu\u00e7\u00e3o da na mobilidade ou locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"495\" height=\"341\" src=\"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/esclerose-m\u00faltipla.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-613\" srcset=\"https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/esclerose-m\u00faltipla.jpg 495w, https:\/\/gerardotrindade.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/esclerose-m\u00faltipla-300x207.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 495px) 100vw, 495px\" \/><figcaption>Imagem | Compara\u00e7\u00e3o entre o nervo saud\u00e1vel e o nervo afetado pela esclerose m\u00faltipla<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o dos ataques destas inflama\u00e7\u00f5es (desmieliniza\u00e7\u00e3o), chamados de surtos, pode ser total ou parcial.<\/p>\n\n\n\n<h5><strong>O desenvolvimento da esclerose m\u00faltipla<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Os surtos (desmieliniza\u00e7\u00e3o) ocorrem a partir do surgimento de um novo sintoma neurol\u00f3gico ou piora significativa de um sintoma \u201cantigo\u201d, com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 24 horas. Para ser considerado um novo surto \u00e9 necess\u00e1rio que ocorra um intervalo m\u00ednimo de 30 dias entre eles &#8211; caso contr\u00e1rio, considera-se o sintoma \u201cdentro\u201d do mesmo surto em andamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O quadro cl\u00ednico de cada surto \u00e9 vari\u00e1vel e pode associar-se a mais de um sintoma. Alguns pacientes apresentam piora dos sintomas na ocorr\u00eancia de febre ou infec\u00e7\u00f5es, frio extremo, calor, fadiga, exerc\u00edcio f\u00edsico, desidrata\u00e7\u00e3o, varia\u00e7\u00f5es hormonais e estresse emocional \u2013 no geral s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias. Aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0s infec\u00e7\u00f5es, pois agravam o quadro cl\u00ednico do paciente desencadeando sintomas que podem ser considerados \u201cfalso ou pseudo-surto\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira forma de esclerose m\u00faltipla chamada surto-remiss\u00e3o ou remitente-recorrente (EMRR) engloba cerca de 85% dos casos. Ele \u00e9 caracterizada pela ocorr\u00eancia dos surtos e melhora ap\u00f3s o tratamento (ou&nbsp; espontaneamente). Geralmente ocorre nos primeiros anos da&nbsp;doen\u00e7a com recupera\u00e7\u00e3o completa e sem sequelas. Os surtos duram dias ou semanas. Em m\u00e9dia os surtos se repetem uma vez por ano caso n\u00e3o inicie o tratamento adequado. <\/p>\n\n\n\n<p>Em um prazo de 10 anos aproximadamente, metade desses pacientes evoluir\u00e1 para a segunda forma da doen\u00e7a, conhecida como secundariamente progressiva (EMSP). Nesta etapa os pacientes n\u00e3o se recuperam mais plenamente dos surtos e acumulam sequelas. Eles t\u00eam, por exemplo, uma perda visual definitiva ou maior dificuldade para andar, o que pode levar \u00e0 necessidade de aux\u00edlio para mobilidade ou locomo\u00e7\u00e3o, como apoio de bengala ou cadeira de rodas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos 10% dos casos restantes ocorre a chamada forma progressiva prim\u00e1ria (EMPP). Nela h\u00e1 gradativa piora das fun\u00e7\u00f5es \u2013 sem ter necessariamente surtos. E 5% dos pacientes apresentam a quarta forma da doen\u00e7a, mais r\u00e1pida e agressiva, chamada progressiva com surtos (EMPS). Nesta quarta forma est\u00e3o combinados a progress\u00e3o paralela do processo desmielinizante e comprometimento mais precoce dos ax\u00f4nios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5><strong>Sinais e sintomas<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Os mais comuns s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Fadiga (fraqueza ou cansa\u00e7o);<\/li><li>Sensitivas: parestesias (dorm\u00eancias ou formigamentos); nevralgia do trig\u00eameo (dor ou queima\u00e7\u00e3o na face);<\/li><li>Visuais: neurite \u00f3ptica (vis\u00e3o borrada, mancha escura no centro da vis\u00e3o de um olho \u2013 escotoma \u2013 emba\u00e7amento ou perda visual), diplopia (vis\u00e3o dupla);<\/li><li>Motoras: perda da for\u00e7a muscular, dificuldade para andar, espasmos e rigidez muscular (espasticidade);<\/li><li>Ataxia: falta de coordena\u00e7\u00e3o dos movimentos ou para andar, tonturas e desequil\u00edbrios;<\/li><li>Esfincterianas: dificuldade de controle da bexiga (reten\u00e7\u00e3o ou perda de urina) ou intestino;<\/li><li>Cognitivas: problemas de mem\u00f3ria, de aten\u00e7\u00e3o, do processamento de informa\u00e7\u00f5es (lentifica\u00e7\u00e3o);<\/li><li>Mentais: altera\u00e7\u00f5es de humor, depress\u00e3o e ansiedade.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Diagn\u00f3stico <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para o diagn\u00f3stico da esclerose m\u00faltipla s\u00e3o utilizados os Crit\u00e9rios de McDonald de 2017, que considera v\u00e1rios aspectos cl\u00ednicos e de imagem, associado \u00e0 an\u00e1lise do l\u00edquor com a pesquisa de biomarcadores espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9dico solicitar\u00e1 o exame de coleta de l\u00edquor (LCR: l\u00edquido cefalorraquidiano) \u2013 l\u00edquido extra\u00eddo por uma pun\u00e7\u00e3o na coluna lombar, que em alguns casos ajudar\u00e1 a confirmar o diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem outros testes e exames complementares que podem ser solicitados para diferenciar as doen\u00e7as com sintomas semelhantes ou confirmar o diagn\u00f3stico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diagnosticar a doen\u00e7a precocemente faz toda a diferen\u00e7a. Quanto mais cedo o tratamento \u00e9 iniciado, maior a chance de modificar a longo prazo o curso natural da esclerose m\u00faltipla \u2013 reduzindo o n\u00famero de surtos, les\u00f5es e sequelas neurol\u00f3gicas. <\/p>\n\n\n\n<h5><strong>Tratamento<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Atualmente h\u00e1 diversos medicamentos que auxiliam no tratamento dos pacientes, como imunomoduladores e imunossupressores, incluindo as novas drogas orais e os anticorpos monoclonais, medicamentos mais eficazes, e em situa\u00e7\u00f5es especiais indica-se o transplante aut\u00f3logo de c\u00e9lulas tronco hematopoi\u00e9ticas. O objetivo \u00e9 combater o surgimento de les\u00f5es no sistema nervoso central, a ocorr\u00eancia de surtos, o ac\u00famulo de sequelas e tamb\u00e9m a progress\u00e3o das dificuldades neurol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p>No momento do surto, os corticosteroides em altas doses proporcionam uma recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida ao paciente, mas , em casos mais graves pode ser usada a&nbsp; plasmaf\u00e9rese (t\u00e9cnica de filtra\u00e7\u00e3o do plasma para retirar anticorpos). <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos tratamentos espec\u00edficos para evitar o surgimento de les\u00f5es e dos surtos, tamb\u00e9m utiliza-se v\u00e1rios medicamentos para al\u00edvio de sintomas como fadiga, descontrole esfincteriano&nbsp; e da rigidez muscular chamada de espasticidade. A decis\u00e3o para o melhor tratamento a seguir deve ser tomada pelo seu m\u00e9dico em conjunto com voc\u00ea e a sua fam\u00edlia. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental o tratamento multidisciplinar! Associado ao tratamento farmacol\u00f3gico espec\u00edfico deve acontecer a reabilita\u00e7\u00e3o global, abrangendo as suas necessidades, como: fisioterapia, fonoterapia, terapia ocupacional, neuropsicologia e apoio psicol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Reabilita\u00e7\u00e3o na Esclerose M\u00faltipla<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como o processo inflamat\u00f3rio pode atingir o sistema nervoso como um todo, as dificuldades funcionais do paciente podem se manifestar de forma variada, podendo ser de car\u00e1ter geral, tais como fadiga, altera\u00e7\u00f5es cognitivas, depress\u00e3o, como localizado, ou mais espec\u00edficas, como as altera\u00e7\u00f5es na degluti\u00e7\u00e3o, na fala, no controle intestinal e urin\u00e1rio, fraqueza muscular, espasticidade e altera\u00e7\u00f5es de sensibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>As altera\u00e7\u00f5es de mobilidade devem ser avaliadas de maneira completa, para que o tratamento possa ser direcionado para as causas principais (perda de equil\u00edbrio, fraqueza muscular, incoordena\u00e7\u00e3o motora, perda de sensibilidade posicional, espasticidade). O tratamento engloba tanto os exerc\u00edcios terap\u00eauticos quanto medica\u00e7\u00f5es via oral e inje\u00e7\u00f5es de toxina botul\u00ednica ou fenol. <\/p>\n\n\n\n<p>A fadiga \u00e9 uma queixa muito frequente, e est\u00e1 associada a disautonomia (dificuldade de controle na press\u00e3o arterial) e pode melhorar bastante por meio da reabilita\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica, associada a um programa de condicionamento f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p>As altera\u00e7\u00f5es esfincterianas, principalmente as urin\u00e1rias, s\u00e3o bastante comuns entre os pacientes, e podem ser tratadas com medica\u00e7\u00f5es que melhoram o controle da urina ou a contratilidade da bexiga, assim como exerc\u00edcios que melhoram a percep\u00e7\u00e3o e a for\u00e7a de contra\u00e7\u00e3o da musculatura p\u00e9lvica.<\/p>\n\n\n\n<p>As altera\u00e7\u00f5es cognitivas (de mem\u00f3ria ou outras fun\u00e7\u00f5es) muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o evidentes, mas podem provocar um impacto importante na organiza\u00e7\u00e3o da vida do paciente e em sua independ\u00eancia. Existem testes neuropsicol\u00f3gicos que s\u00e3o aplicados para a avalia\u00e7\u00e3o, e a reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica propriamente dita estar\u00e1 indicada.&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento medicamentoso atual da esclerose m\u00faltipla visa evitar a progress\u00e3o da doen\u00e7a e preservar ao m\u00e1ximo a funcionalidade do paciente, mas \u00e9 o tratamento reabilitacional que vai proporcionar a possibilidade de melhora funcional. Para que o tratamento de reabilita\u00e7\u00e3o na esclerose m\u00faltipla seja eficaz e traga impacto positivo na qualidade de vida do paciente, deve ser baseado em um plano voltado para as suas necessidades.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>Texto retirado do site Albert Einstein.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especial | Dia da Conscientiza\u00e7\u00e3o sobre Esclerose M\u00faltipla \u200bA esclerose m\u00faltipla (EM) \u00e9 uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica cr\u00f4nica que compromete o sistema nervoso central\u200b\u200b (SNC). 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