Categoria: Alimentação

Alimentação saudável: como chegar lá?

Se você é uma daquelas pessoas que se preocupa somente com o valor calórico dos alimentos ou que ainda não tem o hábito de avaliar precisamente o que é melhor para sua saúde no dia a dia, essa é a hora de refletir sobre o tipo de alimentação que você anda tendo e, principalmente, quais tipos de alimentos tem nutrido o seu corpo.

Saúde e bem-estar são duas palavrinhas que não podem sair da nossa cabeça, porque é só a partir delas que é possível viver o melhor da vida. Por outro lado, ambas só funcionam se houver combustível o suficiente para mantê-las. Isto é, uma alimentação rica em nutrientes e uma rotina regular de atividades físicas, que fazem bem não somente ao corpo, mas também à mente. Muito bem, mas como ter uma alimentação saudável? Sem boicotar a própria saúde! 

Muitas vezes você vai ao nutricionista, recebe um guia de como se alimentar e cataploft: isso dura uma semana, no máximo. Por quê será? Falta assumir o protagonismo dessa mudança! Ninguém, além de você, é responsável pela sua alimentação, hábitos e saúde. Por outro lado, as vezes você decide mudar de hábitos sem ajuda profissional e dá certo. A diferença está no compromisso assumido! 

O desejo de mudar de vida é, sem sombra de dúvidas, um dos principais modos de revolucionar a sua relação com os alimentos. Acredite, depois que isso acontecer você não vai querer voltar atrás. Selecionamos alguns alimentos além dos já tão batidos: frutas, legumes e verduras, que não podem faltar na sua mesa e você vai descobrir o porquê:

Cereais integrais: como eles não passam por processos de refinamento não perdem seus nutrientes e contribuem para o funcionamento do organismo, normalização da flora intestinal e até para o humor! São eles: aveia, arroz integral, arroz negro, trigo em grão, fibra de trigo, freekeh, quinoa e amaranto. 

Leguminosas: são excelentes fontes de fibras, ferro do tipo não heme e potássio e ainda melhoram os níveis de açúcar no sangue. São eles: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, amendoim, entre outros. Dica: se você tem problemas de flatulência com a maioria dos feijões, experimente o azuki – ele tem um nível de fermentação mais baixo e minimiza possíveis desconfortos. 

Óleos prensados a frio: você já ouviu falar neles? A prensagem a frio é o único método de extração que garante um óleo puro. São considerados funcionais, porque são ricos em ômegas e ácidos graxos essenciais, importantíssimos para manter o bom funcionamento das células. São eles: óleo de coco, macadâmia, linhaça, chia, gergelim, abacate e azeite de oliva.

Fermentados: são ricos em probióticos (organismos vivos), que  ajudam a controlar problemas, como a síndrome do intestino irritável, inchaço e flatulência, além de fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer. São eles: iogurte, leite fermentado, queijo cottage e kefir.

Cacau: sim, incluímos esse alimento na nossa lista! Ele é rico em antioxidantes, magnésio e triptofano, o que auxilia na produção da serotonina e melhora do humor. Alguns estudos comprovam de consumir 30g de chocolate amargo, ou seja, no mínimo 70% de cacau, produz efeitos benéficos à saúde. Viva!

E aí, preparado para mudar de vida? Inspire-se nesse post e conte com o Gerardo Trindade!

Alergia alimentar: mitos e verdades

Você possui algum tipo de alergia alimentar ou conhece alguém que enfrenta esse problema? Provavelmente você ou essa pessoa já estão acostumadas a ter na bolsa um antialérgico, mas a melhor maneira de evitar a alergia é eliminando o alimento da dieta! 

Alguns alimentos que consumimos causam reações adversas no nosso organismo. Quando o assunto é alimentação elas são divididas em intolerância alimentar e alergia alimentar. Na intolerância o organismo não é capaz de digerir e processar determinados tipos de componentes, o que gera mal-estar; os sintomas costumam aparecer de uma a três horas após a ingestão. Já na alergia alimentar ocorre uma resposta exagerada do sistema imunológico a algum tipo de alérgeno e os sintomas costumam aparecer nos primeiros minutos após a ingestão.

Como não existe nenhum medicamento capaz de prevenir a alergia alimentar é fundamental que haja o  estímulo ao aleitamento materno no primeiro ano de vida, bem como a introdução tardia dos alimentos sólidos potencialmente provocadores de alergia. Além disso, a recomendação é que o leite de vaca, caso seja realmente uma necessidade na família, só seja consumido após o primeiro ano de vida; os ovos após os dois anos e o amendoim e as nozes somente depois dos três aninhos. 

A alergia alimentar pode afetar o sistema respiratório, o sistema gastrointestinal e a pele, causando diferentes reações: tosse, falta de ar, dores abdominais, diarreia, vômitos, coceira, vermelhidão e inchaço na pele. 

A triagem inicial da alergia alimentar pode ser feita através da dosagem de IgEs múltiplos, onde é avaliado se há aumento do valor da imunoglobulina IgE contra um determinado grupo de alimentos (chamado de painel), existem vários tipos de IgEs múltiplos, para avaliar diversas possibilidades de alergia alimentar. Quando o resultado da dosagem do IgE múltiplo estiver aumentado, é feita a dosagem de IgE específico para cada alimento do grupo, para descobrir qual alimento está causando a alergia alimentar. Após diagnosticado o alérgeno, a maneira mais segura de viver sem crises e com qualidade de vida é a partir de uma dieta de exclusão, ou seja, eliminando o alimento da sua dieta. Conheça alguns dos painéis de IgE múltiplo disponíveis para a triagem inicial da alergia alimentar:

IgE MúltiploPesquisa alergia a/ao: 
FX1Amendoim, avelã, castanha do Pará, amêndoa e côco
FX2Frutos do mar
FX3Trigo, aveia, milho e gergelim
FX5Clara de ovo, leite, bacalhau, trigo, amendoim e soja
FX7Tomate, levedura, alho, cebola e aipo
FX8Avelã, castanha do Pará, laranja, maçã e cacau
FX9Amêndoa, kiwi, melão, laranja e uva
FX12Centeio, arroz, batata, cogumelo e abobrinha
FX13Ervilha, feijão branco, cenoura e batata
FX15Laranja, maçã, banana e pêssego
FX16Morango, limão e abacaxi
FX18Ervilha, amendoim e soja
FX20Trigo, centeio, cevada, arroz
FX25Gergelim, alho, aipo, levedura
FX72Manjericão,erva-doce ou funcho, anis, gengibre
FX74Bacalhau, cavala, arenque e solha

Quando o assunto é saúde é fundamental desmistificar algumas questões, confira abaixo alguns dos mitos e verdades em relação à alergia alimentar:

A alergia alimentar pode ser herdada: verdade

A maior parte dos alérgicos têm familiares de primeiro grau com sintomas semelhantes. Por isso mesmo é importante investigar o histórico familiar!

É mais comum em adultos: mito

A maioria das reações alérgicas aos alimentos é manifestada ainda na infância. A alergia ao leite de vaca, por exemplo, afeta geralmente crianças com menos de três anos e o diagnóstico geralmente é feito antes dos dois anos. 

A alergia alimentar é crônica: mito

Quem tem algum tipo de alergia alimentar não necessariamente conviverá com ela durante toda vida. A alergia ao leite de vaca que é comum na infância pode não ser mais uma realidade com o crescimento. No entanto, alergia a determinados tipos de alimentos, como amendoim e frutos do mar, tendem a se prolongar. 

Consumir pequenas porções do alimento não faz mal: mito

Quando o assunto é alergia alimentar a quantidade consumida pouco importa. Uma pequena quantidade já é capaz de desencadear uma reação grave. As orientações do seu médico devem ser seguidas corretamente!

Ao diagnosticar uma alergia alimentar você evita crises, surpresas desagradáveis e medicações desnecessárias, que colocam em risco sua saúde. Aqui no Gerardo Trindade você pode realizar seu exame com segurança e tranquilidade!

A importância de manter o peso corporal adequado

ESPECIAL | DIA MUNDIAL CONTRA O CÂNCER

Manter o peso adequado é o primeiro passo para uma vida mais saudável. Não é difícil imaginar o porquê, o excesso de peso está ligado ao surgimento de diversas doenças, como diabetes, hipertensão e o câncer. 

Quando o assunto é câncer, a balança pesa e muito. O excesso de gordura desencadeia um processo inflamatório crônico e acelera a produção de hormônios nocivos às células. Essa dinâmica pode provocar ou acelerar o surgimento do câncer.  Além da inflamação crônica, os especialistas destacam processos biológicos que explicam essa relação, mais especificamente no caso da obesidade:

Morte das células: esse processo, também chamado de apoptose celular, é natural. por outro lado, estudos revelam que a obesidade pode desregular essa dinâmica. Isso acaba contribuindo para que células disfuncionais continuem no organismo.

Secreções pró-inflamatórias: o excesso de peso contribui para o surgimento de secreções  pró-inflamatórias. Elas, por sua vez, promovem o crescimento de células com perfil mais cancerígeno.

Aumento de vasos sanguíneos: a obesidade contribui para o crescimento de vasos sanguíneos num processo conhecido como angiogênese. Não para por aí, os tumores acabam usando os novos vasos sanguíneos para ganhar espaço. 

Imagem: angiogênese

Excesso de gordura abdominal: esse é um dos fatores que mais contribuem para o câncer. No abdômen existem dois tipos de gordura: a subcutânea, que dá uma aparência mais flácida à pele, e a visceral, localizada entre os órgãos. A visceral é a mais perigosa, porque é como se essa gordura virasse um órgão endócrino, capaz de produzir hormônios.

Mudança na microbiota intestinal: o excesso de peso provoca também uma mudança no perfil das bactérias do trato intestinal, favorecendo inflamações.

Níveis elevados de hormônios sexuais: um peso inadequado favorece a produção desregulada de hormônios sexuais. O estrogênio, hormônio feminino, por exemplo, está associado a um maior número de casos de câncer de mama.   

O sobrepeso e obesidade estão relacionados a diversos tipos de câncer: esôfago, estômago, vesícula, fígado, intestino (cólon e reto), mama, ovário, endométrio, tireoide e próstata são alguns deles. 

Assim como o câncer e outras doenças, a obesidade é multifatorial. Histórico familiar, estilo de vida e fator psicológico são alguns dos fatores determinantes. Por isso, o primeiro passo é identificar o nível de sobrepeso, avaliar a condição nutricional e consultar um especialista para uma avaliação completa. 

COMO MANTER O PESO ADEQUADO? 

✅ ALIMENTAÇÃO

– Consuma alimentos fontes de proteínas magras e carboidratos integrais;

– Evite o consumo de gorduras ruins: saturada e trans; dê preferência para alimentos fontes de gorduras saudáveis: abacate, azeite, oleaginosas;

– Consuma sal e açúcar de forma moderada, dando preferência às ervas;

– Aumente a ingestão de água durante o dia e no intervalo entre as refeições;

– Evite o consumo de industrializados ricos em calorias, gorduras, açúcares, sal, cafeína e conservantes;

– Planeje suas refeições;

– Tenha em mente que nenhum alimento é proibido, mas cada escolha influenciará na sua saúde mesmo que a longo prazo;

– Respeite os sinais de fome e saciedade.

✅ EXERCÍCIOS FÍSICOS

Muitas pessoas deixam de praticar atividades físicas com a justificativa de que falta tempo ou alguma modalidade que realmente desperte interesse. 

Você pode não apreciar a musculação, por exemplo, ou o próprio ambiente de academia. Por outro lado, pode sentir um tremendo bem-estar caminhando antes da jornada de trabalho, fazendo yoga ou andando de bike. Se correr faz com que você sinta prazer, corra. Se é a dança, dance; e assim por diante. Só não pode é ficar parado!

Estudos recentes têm demonstrado que o exercício aumenta a oferta de oxigênio ao coração e aos músculos, altera o metabolismo da glicose e promove a formação de novos vasos sanguíneos, facilitando – no caso daqueles que lutam contra o câncer – a penetração dos quimioterápicos e da radioterapia nas células situadas no interior da massa tumoral*. Isso só reforça a necessidade de realizar algum tipo de atividade física regularmente como forma de prevenção e para impedir o avanço da doença. 

Adotar um estilo de vida saudável é a única forma de prevenir o câncer, isso inclui manter a balança e a alimentação como aliadas!

Se você encontra dificuldades para manter o peso adequado, procure ajuda profissional! E lembre-se: manter os exames em dia é fundamental para avaliar o seu estado geral de saúde.

Conte com o Gerardo Trindade!

*Fonte: Sociedade Americana de Oncologia. 

Compulsão alimentar: como fugir das armadilhas da gula

Você já descontou algum tipo de estresse ou frustração na comida? Esse comportamento merece atenção, principalmente porque pode acabar se tornando um hábito e, mais especificamente, um quadro de compulsão alimentar. 

Alguns sinais que merecem atenção são: comer muito mais rápido que o normal, comer em grandes quantidades ou abrir a geladeira no meio da noite mesmo sem fome , comer escondido ou até se sentir desconfortável fisicamente, sentir culpa ou vergonha depois do episódio. 

A vida é para ser vivida! Por outro lado, é preciso que haja parcimônia no consumo exagerado de alimentos, principalmente quando ele é provocado por impulsos. Como notar isso? A fome não é específica e pode provocar sensações físicas, como o estômago roncando, por exemplo. Já o desejo ou impulso provocado pela compulsão alimentar costuma ser específico, não depende do tempo que você se alimentou, ou seja, você pode ter acabado de almoçar e sentir vontade de comer alguma coisa, mesmo sem fome. 

Confira algumas dicas para dar fim à compulsão alimentar! 

Entenda o motivo por trás do impulso 

Da próxima vez que você sentir um forte desejo por algum alimento, mesmo depois de ter se alimentado, procure entender o motivo por trás dele. A razão, geralmente, está associada a sentimentos como tristeza, raiva, mágoa ou frustração. 

Não pule refeições

A correria é um dos principais motivos para que as pessoas tenham esse hábito. Acontece que pular refeições altera a glicemia e provoca mais compulsão na refeição seguinte! 

Priorize alimentos ricos em fibra

Alimentos ricos em fibra, como alface, couve, agrião, rúcula, acelga, abacate, ameixa, caqui, maçã, mamão, aveia, linhaça e farelo de trigo ajudam na saciedade e evitam episódios de compulsão alimentar. 

Beba bastante água 
Além de regular funções importantes no organismo e contribuir para o seu bem-estar, a água também controla a fome e o desejo. Então já sabe, né? Tenha sempre com você uma garrafinha de água e encha ao longo do dia!

Pratique algum tipo de atividade física regularmente 

Os exercícios físicos controlam os níveis de glicose e insulina, liberam os chamados hormônios da felicidade, como endorfina, ocitocina, serotonina e dopamina, além de ajudarem no combate de ansiedade, tristeza e depressão, aliadas da compulsão alimentar. 

Conte com o Laboratório Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde! 


Alimentação e exercícios físicos na prevenção de doenças

Você só procura o médico quando nota que algo está errado ou aposta na prevenção de doenças? Manter a saúde em dia parte do princípio de que o corpo e a mente devem caminhar juntos, é assim que a Organização Mundial de Saúde a define: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou de enfermidade.”

A opção por uma alimentação saudável, livre de gorduras e alimentos processados ou ultraprocessados, é o primeiro quesito a ser seguido para uma boa saúde. O ideal é usar sempre o bom senso no mercado e optar mais por compras em feiras, onde os alimentos in natura estão à disposição, na maioria das vezes, com bastante variedade.

É importante destacar aqui que mesmo com tantas orientações acerca do tipo de alimentação mais saudável, cerca de ⅓ de todos os diagnósticos de câncer estão relacionados a uma alimentação inadequada. Claro que não estamos falando só do câncer, mas esse dado só mostra a gravidade no que diz respeito a conscientização da população. A ferramenta está nas mãos de todos nós e vale a pena repensar hábitos nocivos dentro e fora de casa. Além disso, existem alguns estudos que comprovam que uma alimentação rica em nutrientes ajuda a diminuir o risco de diversos tipos de câncer, como o de pulmão, cólon, reto, estômago, boca, faringe, laringe, esôfago, bexiga, pâncreas e, possivelmente, o de endométrio, colo de útero, fígado, próstata e rim. Ufa, vale mesmo a pena!

Voltando às dicas, você com certeza deve ter ouvido falar alguma vez na vida que tudo em excesso faz mal à saúde. De fato, é essencial que haja um equilíbrio inclusive no prato. Isso passa pelo café da manhã, almoço e janta, além dos lanches nos intervalos entre as principais refeições. Para isso, o recomendado é comer pelo menos 5 porções de verduras, legumes e frutas, ingerir grãos e fibras e caprichar na hidratação, deixando de lado os sucos de caixinha ou em pó e os tão terríveis refrigerantes, inimigos da saúde e do bem-estar!

Falando nesse tema que gera polêmica, você sabe do que é feito o refrigerante? Em geral, eles são compostos por açúcar, sódio, acidulantes, antioxidantes, conservantes, edulcorantes e dióxido de carbono. Com exceção do açúcar, todos os demais são ingredientes artificiais e não oferecem nada de bom para o nosso organismo. Só calorias vazias, ou seja, nada de vitaminas e minerais. O açúcar, por sua vez, contribui para diversas doenças como sobrepeso, obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, entre outras. Sem falar no sódio, que contribui para o aumento da pressão arterial, e consequentemente, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral, doenças renais, entre outras. Se o refrigerante ainda entra na sua casa por algum motivo é hora de repensar esse hábito!

Outra questão polêmica que faz parte da alimentação é o consumo de álcool. É preciso deixar claro que não existe dose segura e o seu consumo está associado ao aumento de diversas doenças como o câncer de boca, esôfago, faringe, laringe, fígado e mama.

Muito bem, dito isso, a prática de exercícios físicos é tão importante quanto uma alimentação saudável. Os dois juntos formam uma dupla imbatível, como aquela do desenho ‘Super Gêmeos’ dos anos 80!

Brincadeiras à parte, a prática regular de exercícios físicos – pelo menos três vezes por semana – movimenta o corpo e previne diversas doenças, além de proporcionar o tão gostoso bem-estar, adquirido na liberação de endorfinas,  ajuda a diminuir a ansiedade, outra doença que merece atenção na atualidade.

A principal dica em relação ao exercício físico é: comece! Movimente o corpo o quanto antes, seja caminhando, correndo, andando de bicicleta, levando o cachorro para passear, buscando as crianças na escola, dando uma volta no quarteirão ou em lugares específicos para isso, como academias, espaço para danças, natação, estúdios de pilates, entre outros. No início, seu corpo vai reclamar, as dores musculares vão aparecer, mas tudo isso será uma resposta positiva do corpo. A de que algo está acontecendo, a mudança está sendo conquistada aos pouquinhos. Que coisa boa! 

Para chegar lá, comece trocando o elevador pelas escadas, experimente ir a pé para o trabalho (se for possível), considere valores de prazer na realização das atividades que escolher, convide seu parceiro para essa empreitada, estimule outras pessoas a fazer o mesmo.

Para não sentir frustração diante desse novo desafio, experimente escolher dias e horários realmente possíveis para se exercitar. Se for difícil conseguir um tempo durante a semana por causa da rotina agitada, que tal convidar sua família para uma programação mais ativa no fim de semana?

Depois de experimentar a mudança na alimentação e na sua rotina de exercícios, observe bem como o seu corpo se comporta, que tipos de pensamento você tem ao longo do dia, como lida com os desafios diários. Tudo isso é saúde! Sentir-se bem, feliz, disposto e ativo é bom demais!

Conte com o Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde! 

O que tem no seu carrinho? Dicas para uma alimentação e vida saudáveis

Quem nunca ouviu a máxima “você é o que você come” em algum contexto da vida não sabe o que é ficar com a pulga atrás da orelha. Essa frase conforta ou assusta você? Pois é, a verdade é que pra muitos ela causa arrepios.

Mas, afinal de contas, o que é a tal da alimentação saudável? Quando pensamos nela, devemos considerar que há uma adequação aos princípios biológicos e socioculturais de determinada pessoa. De forma que ela atenda às necessidades de cada fase da vida (infância, adolescência, fase adulta e terceira idade) e atenda às seguintes questões: deve ser acessível do ponto de vista físico e financeiro; estar em equilíbrio (qualidade e quantidade) e deve ser baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis; livre de contaminantes físicos, químicos e biológicos.

Hoje em dia é claro que muitos recorrem àquelas compras mais fáceis: biscoitos, refrigerantes e refeições congeladas. No entanto, o melhor mesmo é sempre evitar os industrializados. Quando você o faz, também estará escolhendo viver melhor e até mais, quem sabe?

Os óleos, sal e açúcar, por exemplo, sempre dão aquele toque nas nossas receitas. Mas é importante não exagerar, são alimentos muito perigosos para a saúde cardiovascular e pressão arterial.

Os alimentos processados? Passe longe, eles possuem sal, açúcar ou vinagre para que durem por mais tempo. Conservas de legumes, doces em calda, carnes temperadas, sardinha e atum em lata, azeitonas, queijos e pães são alguns exemplos.

Se os alimentos processados já são perigosos, agora imagine só os ultraprocessados? São completamente pobres em nutrientes e possuem conservantes químicos, sal, açúcar e gorduras. Alguns exemplos: biscoitos, balas, sorvetes, macarrão instantâneo, pizzas, hambúrgueres congelados, salsichas, refrigerantes, empanados, salgadinhos de pacote e refrescos.

Bateu aquela dúvida na hora de saber o que comer e por quê? O livro ‘Guia alimentar para a população brasileira’, lançado pelo Ministério da Saúde, é uma leitura e tanto para quem quer saber mais sobre o assunto!

Que tal repensar seu estilo de vida hoje para viver melhor amanhã? Conte com o Laboratório Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!

 

Alimentação e exercícios físicos na prevenção do câncer

Uma alimentação equilibrada, quando combinada a uma rotina regular de exercícios físicos, é capaz de reduzir os riscos de algum tipo de câncer se desenvolver e, até mesmo, diminuir o risco de a doença se espalhar.

Quando o assunto é alimentação, a máxima “Você é o que você come!” é bem clara. O ideal é manter os excessos fora do cardápio, ingerir menos gorduras, reduzindo gradativamente o açúcar e o sal no preparo de alimentos em casa e no consumo fora de casa, caso você coma fora com frequência. Comer cinco porções de verduras, legumes e frutas por dia também é recomendado, além de privilegiar o consumo de grãos (pães e cereais) e feijão. Todos esses alimentos, quando bem equilibrados no cardápio, ajudam as defesas naturais do corpo contra os carcinógenos (antes mesmo que causem danos às células).

O processo de formação do câncer é chamado de carcinogênese e, de maneira geral, acontece lentamente, podendo levar vários anos para que uma célula cancerosa  se espalhe dê origem a um tumor visível. Os efeitos cumulativos de diferentes agentes cancerígenos ou carcinógenos são os responsáveis pelo início, promoção, progressão e inibição do tumor. Por isso, a importância de cuidar da saúde por meio da alimentação e exercícios físicos.

As frutas, legumes, verduras e os cereais integrais também podem bloquear e, até mesmo, reverter os estágios iniciais deste processo.

Estudos científicos comprovaram que uma alimentação rica em nutrientes ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon, reto, estômago, boca, faringe e esôfago. Há indícios de que reduzem também o risco de câncer de mama, bexiga, laringe e pâncreas e, possivelmente, o de ovário, endométrio, colo de útero, tireóide, fígado, próstata e rim.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), caso a população adotasse uma alimentação saudável e mantivesse uma rotina regular de exercícios físicos, mantendo o peso corporal adequado, aproximadamente um em cada três casos dos tipos de câncer mais comuns poderiam ser evitados. Ou seja, para cada 100 pessoas com câncer, 33 casos poderiam ser prevenidos. Vamos ver como fazer isso na prática?

  • Faça uma alimentação balanceada rica em frutas, legumes, verduras, carboidratos e proteínas. Caso necessário, procure ajuda de um nutricionista. Do contrário, você pode recorrer a materiais confiáveis sobre o tema, como o Guia Alimentar para a População Brasileira (Ministério da Saúde).
  • Procure mudar seus hábitos alimentares de forma gradativa, dessa forma será mais fácil não voltar aos velhos hábitos. Exemplo: você come um doce todo dia depois do almoço, que tal começar a trocá-lo por uma fruta? Comece fazendo isso em dias alternados e verá como há diferença no seu bem-estar, disposição, energia e até humor;
  • Quando você entra no mercado passa longe do hortifruti? Que tal experimentar fazer diferente? Comece pela salada; experimente misturar folhas verdes escuras, tomate, cenoura e beterraba raladas e feijão fradinho, tempere sua salada com azeite de oliva. Há diversos sites e livros de receitas especializados em culinária saudável;
  • Faça intervalos regulares entre as refeições e beba bastante líquido ao longo do dia;
  • Evite o consumo de álcool, ele está associado ao aumento do risco de diversos tipos de câncer: boca, esôfago, faringe, laringe, fígado e mama.

Já falamos da alimentação saudável e equilibrada, agora chegou a vez de falarmos de um outro aliado na prevenção de diversos tipos de câncer: o exercício físico. Movimentar o corpo regularmente, pelo menos três vezes por semana, faz diferença não só no bem-estar e disposição, mas à saúde de forma geral.

A realização de atividades físicas reduz, por exemplo, o risco de câncer de cólon em cerca de 50%. Além disso, desempenha um papel importantíssima na redução do risco de outros tipos de câncer. Não importa se você caminha, corre ao ar livre ou na academia, nada, anda de bicicleta, joga futebol ou outro tipo de exercício, quando você tem uma rotina regular dessas atividades você não só queima calorias, como também promove o equilíbrio de hormônios, reduz o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalece as defesas do seu corpo e ainda mantém o peso corporal adequado. O resultado é a prevenção do câncer de cólon, endométrio e mama.  Quanto mais se movimenta o corpo, maior a proteção contra o câncer! Por isso, no dia a dia, procure deixar a preguiça de lado e:

  • Use escadas, deixe o elevador para quem realmente precisa;
  • Vá a pé para o trabalho, se a distância permitir;
  • Participe de caminhadas ou corridas na sua cidade;
  • Pratique atividades físicas que você realmente goste;
  • No início, quando ainda estiver estabelecendo uma rotina regular de atividades físicas, dê preferência às caminhadas;
  • Procure programas de atividades físicos gratuitos em praças ou parques, caso seu orçamento esteja apertado;
  • Não tem tempo durante a semana? Convide sua família para participar de alguma atividade física nos fins de semana;
  • Siga sempre seu ritmo, planeje atividades físicas de acordo com o seu estilo de vida e condicionamento. Caso necessário, procure ajuda de um especialista;
  • Faça um diário de como se sente antes e depois de realizar exercícios físicos. Depois, programe atividades físicas para os dias e horários em que você tem mais energia.

Gostou das nossas dicas? Conte com o Laboratório Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!