Mês: janeiro 2022

B-HCG quantitativo: o exame que detecta e monitora a gravidez

Quando ocorre um atraso menstrual, a mulher logo suspeita de uma possível gravidez. Nesta situação, existe um exame chamado de B-HCG ou gonadotrofina coriônica. O BHCG é o “exame espião”, que conta que a mulher está grávida!

Normalmente, 10 a 15 dias após a fecundação já se consegue detectar o B-HCG no sangue materno, período que equivale à aproximadamente a data que a mulher iria menstruar, caso não estivesse grávida. Em alguns casos, a produção do B-HCG é pequena e não consegue ser detectada pelos exames comuns, como o teste comprado em farmácia, que indica somente a presença ou ausência do hormônio, sem indicar sua quantidade na amostra. Nesse momento, o teste quantitativo – feito em laboratório – e mais sensível, já consegue detectar pequenas quantidades de hormônio.

O  B-HCG tem uma função muito importante durante a gravidez: ele ajuda a monitorar a evolução inicial da gestação, sendo muito importante para prever abortos espontâneos e até detectar gravidez ectópica, que ocorre fora do útero, normalmente nas trompas. A função do B-HCG é manter alto o nível de progesterona na mamãe. É a progesterona que é a responsável final  pela fixação do bebê na placenta. Normalmente, os níveis de progesterona aumentam após a ovulação e mantêm-se altos caso exista uma gravidez, para que o endométrio uterino continue espesso e se desenvolvendo, evitando que ocorra um aborto espontâneo. No entanto, caso não exista gravidez, os ovários deixam de produzir progesterona e, por isso, o endométrio uterino é destruído e eliminado naturalmente através da menstruação. 

Por isso, a importância da realização de dosagens seriadas e quantitativas do hormônio B-HCG nos meses iniciais da gestação. É uma forma simples de acompanhar a evolução da gestação, se está ocorrendo como deveria ou se há perigo de um aborto espontâneo ou de uma gravidez ectópica – fora do útero, nas trompas, por exemplo.  No Gerardo Trindade, este exame é liberado em até duas horas!

Por volta da 10ª semana de gestação, os níveis de B-HCG vão diminuindo naturalmente. Acompanhe os valores de referência esperados para as mulheres grávidas por tempo de gestação (semanas desde o LPM*):

03 semanas: 5,0 a 50,0 mUI/mL

04 semanas: 5,0 a 426,0 mUI/mL

05 semanas: 18,0 a 7.340,0 mUI/mL

06 semanas: 158,0 a 31.795,0 mUI/mL

07 a 08 semanas: 7.650,0 a 229.000,0 mUI/mL

09 a 12 semanas: 63.803,0 a 151.410,0 mUI/mL

13 a 16 semanas: 13.300,0 a 254.000,0 mUI/mL

17 a 24 semanas: 4.060,0 a 165.400,0 mUI/mL

 25 a 40 semanas: 3.640,0 a 117.000,0 mUI/mL

 * LPM: data do último período menstrual, contada a partir do seu primeiro dia.

Um gráfico que mostra os níveis de hCG durante a gravidez com as semanas de gestação no eixo xe os níveis de hCG no eixo y.

Agora que você entendeu a importância da dosagem seriada do B-HCG para monitorar a evolução de sua gravidez, conte com o Laboratório Gerardo Trindade para acompanhar sua gravidez!

Férias também é tempo para o check-up das crianças

Acordar mais tarde, passar mais tempo com a família, brincar por horas a fio: tudo isso faz parte das férias da criançada. No entanto, as férias não são só diversão. O período também é ideal para cuidar da saúde e fazer o check-up anual dos pequenos.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a recomendação é que os bebês tenham três consultas mensais com 5 a 30 dias de vida; uma consulta entre dois e seis meses e uma consulta a cada dois meses, a partir dos sete meses. Neste período, em especial, o médico irá verificar a necessidade de realizar exames que o ajudarão a diagnosticar doenças que podem interferir no crescimento do bebê. Para crianças com dois anos ou mais, o recomendado é uma consulta pediátrica a cada três meses e uma a cada seis meses a partir dos 6 anos. Entre 7 e 18 anos, uma consulta anual é o suficiente.

É importante ressaltar que com um ano de idade os pequenos já devem fazer a primeira coleta de sangue, para checar indícios de anemia e estoque de ferro. Caso necessário, também podem ser solicitados testes de urina e fezes. Esses exames devem ser repetidos aos 2 e aos 5 anos. Entretanto, nas famílias com antecedentes de diabetes e doenças cardiovasculares, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e hipertensão arterial, a periodicidade e o tipo de exame podem ser alterados. A partir dos 10 anos, e independentemente de a criança ser ou não obesa, além do hemograma tradicional, é acrescido à lista o perfil lipídico, para avaliar o metabolismo das gorduras no sangue, colesterol e triglicérides.

Confira a listagem com os exames mais importantes nos primeiros anos de vida e na infância:

TESTE DO PEZINHO

Também conhecido como triagem neonatal, o teste do pezinho leva esse nome por ser realizado a partir de gotas de sangue coletadas do calcanhar do bebê. O exame deve ser realizado entre o 2º e o 5º dia de vida do recém-nascido. Na versão ampliada do teste, é possível detectar a presença de mais de 40 doenças. Quanto mais cedo o diagnóstico de alguma doença é feito, melhores são as chances de intervenções e tratamentos precoces para que o bebê se desenvolva bem. Aqui no Gerardo Trindade você pode realizar este exame com toda segurança, qualidade e conforto!

TIPAGEM SANGUÍNEA

A tipagem sanguínea identifica se o fator Rh do recém-nascido é positivo ou negativo, bem como se o seu tipo de sangue é A, B, AB ou O. Muitas escolas pedem a tipagem sanguínea quando a criança é matriculada na escola.

URINA ROTINA – EAS

Um dos testes mais comuns solicitado pelos pediatras é o exame de urina. Através dele, é possível identificar a presença de bactérias, infecções e também quantificar se há perda de elementos importantes pela urina, como proteína ou glicose.

EXAME PARASITOLÓGICO E PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES

A análise de fezes permite a identificação de parasitas, que podem levar à desnutrição e até retardo no crescimento da criança. A presença de sangue oculto pode indicar microlesões no intestino, que passam despercebidas a olho nu.

HEMOGRAMA

Um dos exames de rotina mais comuns para avaliar o estado geral de saúde da criança. É através dele que é possível identificar patologias comuns entre as os pequenos, como infecções e anemias. 

GLICEMIA DE JEJUM E HEMOGLOBINA GLICADA

São fundamentais para identificar e combater a diabetes nos pequenos, especialmente se há casos da doença na família e para crianças que nasceram muito grandes ou que são filhos de mãe com sobrepeso

PERFIL LIPÍDICO

Avalia o metabolismo de gorduras, como o colesterol e frações, bem como o triglicérides. Importante para prevenir problemas cardíacos, e até um AVC, no futuro adulto.

UREIA E CREATININA

Avaliam, juntamente com o exame de urina rotina, a saúde dos rins. Alterações detectadas logo no início, favorecem o tratamento precoce e agravamento do quadro clínico.

TGO, TGP e GGT

Avaliam a função hepática. São enzimas que são liberadas em maior quantidade quando há algum dano ao fígado. Se aumentadas, é indicado exames complementares como anticorpos para hepatites A, B e C, além de ultrassom. 

Além do check-up anual é importantíssimo manter a vacinação dos pequenos em dia. Consulte sempre a caderneta de vacinação dos seus filhos!

Conte com o Gerardo Trindade para cuidar da saúde da criançada!

Verão, vitamina D e sol

Você costuma aproveitar o verão para colocar os níveis de vitamina D em dia? Ela é um nutriente essencial para a manutenção da saúde dos ossos e a regulação do crescimento e do sistema imunológico e cardiovascular. Além disso,  ela também auxilia no metabolismo e apresenta diversos outros benefícios à saúde.

A deficiência da vitamina D pode ser notada através de alguns sintomas, mas nem sempre os sinais aparecem. Quando surgem, geralmente há a sensação de fadiga e cansaço constante. Além disso, em relação à imunidade, as pessoas ficam mais propensas a doenças e infecções, já que a vitamina atua no fortalecimento do sistema imune. Além disso, tem também a queda de cabelo e a questão óssea, associadas à retenção do cálcio.

Através da alimentação,  a vitamina D pode ser obtida a partir da carne, peixes, ovos e laticínios, mas, para alcançar a quantidade diária suficiente, seria necessário ingerir alta quantidade deles. Por isso, a melhor maneira de manter os níveis da vitamina em dia é se expor ao sol diariamente, sem protetor solar, por 15 minutinhos. Para pessoas de pele morena ou negra, o ideal é que seja de 30 minutos a uma hora, para facilitar o processo de produção da vitamina. De preferência, antes das 10h ou depois das 16h.

Vale lembrar que níveis inadequados de vitamina D estão relacionados ao risco de desenvolver inúmeras doenças como psoríase, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, artrite reumatóide, tuberculose, sepse, infecção respiratória e COVID-19, dentre outras infecções crônicas e doenças autoimunes.

Em idosos, são comuns sintomas como: fraqueza muscular, dor no quadril, dificuldade para caminhar, subir escadas, se levantar ou se deitar, fraturas e quedas.

Para diagnosticar a deficiência é necessário realizar o exame 25-OH-D. Este exame constitui o melhor marcador, conseguindo avaliar a concentração de vitamina D no organismo de forma prática e rápida. A concentração ideal de vitamina D para a população em geral varia entre 20,0 a 60 ng/mL. Porém, para alguns grupos de pessoas o ideal é que a vitamina D seja superior a 30,0 ng/mL: idosos, gestantes, lactantes, diabéticos, portadores de doenças inflamatórias e autoimunes.

Conte com o Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!