Mês: setembro 2020

Check-up de rotina: o diagnóstico precoce do câncer salva vidas

A prevenção do câncer pode e deve ser feita como a maioria das doenças, através de uma alimentação saudável e uma rotina regular de atividades físicas, além da realização do check-up anual. Hábitos nocivos, como o tabagismo e o álcool, devem ser eliminados da rotina a qualquer custo.

Há muitos fatores, internos e externos, que influenciam o aparecimento do câncer. Na maioria das vezes eles estão ligados ao estilo de vida, genética e a própria capacidade do organismo de se defender dessas agressões. Se você quiser saber como prevenir o câncer, é só acessar esse conteúdo aqui!

Por incrível que pareça, são raros os casos da doença que se devem exclusivamente a fatores hereditários. Isso só reforça a necessidade de mudar de vez aqueles hábitos que não contribuem em nada para a saúde, muito pelo contrário. Entretanto, quem tem casos de algum tipo de câncer na família deve, sim, redobrar os cuidados. Em que sentido? No sentido de realizar um check-up para, se for o caso, diagnosticar a doença o quanto antes e fazer o rastreamento e acompanhamento. 

Qual a diferença entre diagnóstico e rastreamento?

O objetivo do diagnóstico precoce é identificar sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença. O diagnóstico precoce, dessa forma, é uma maneira de possibilitar terapias mais efetivas, já que contribui para a redução do estágio de apresentação do câncer. 

Já o rastreamento é uma ação dirigida àquelas pessoas sem sintomas da doença, que tem o intuito de identificar o câncer em sua fase pré-clínica, como o câncer de mama, câncer próstata ou intestino.

Exames de rotina são usados no rastreamento precoce de câncer

Um check-up anual com exames simples ajudam muito no rastreamento de vários tipos de câncer. Um simples hemograma, por exemplo, pode ajudar no diagnóstico precoce de uma leucemia. Já a pesquisa de sangue oculto nas fezes consegue sinalizar a presença de um câncer colorretal. Estes exames não fecham diagnóstico, mas sinalizam para o médico que há algo errado no organismo e dão a dica para fazer exames mais aprofundados. Por isso é fundamental a realização do check-up anual! 

Marcadores tumorais

Você já ouviu falar em marcadores tumorais? São proteínas ou outras substâncias produzidas tanto por células normais quanto por células cancerígenas, mas em quantidades maiores pelas células cancerígenas. Eles podem ser encontrados no sangue, urina, fezes, tumores ou em outros tecidos ou fluídos corporais de alguns pacientes com câncer. Existem vários marcadores tumorais em uso clínico. O PSA, por exemplo, antígeno prostático específico, é usado para rastreamento do câncer de próstata em homens assintomáticos. Alguns marcadores estão associados a apenas um tipo de câncer, enquanto outros estão relacionados a vários tipos de câncer. Mais exemplos de marcadores tumorais: alfa-feto-proteína (câncer hepático), Ca-125 (câncer de ovário), Ca-15-3 (câncer de mama), Ca19-9 (câncer de pâncreas), Ca-72-4 (câncer gástrico) e CEA (câncer colorretal).

Não esqueça de realizar o seu check-up anual e conte com o Laboratório Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!


Vitamina D: uma aliada da saúde em qualquer tempo

Você já ouviu dizer por aí que a vitamina D é uma grande aliada da saúde, mas nunca soube o porquê? Ela já foi alvo de inúmeras pesquisas, demonstrando que contribui não apenas para o metabolismo do cálcio e da formação óssea, mas também para a imunidade. O que não é surpresa, já que a expressão de seu receptor é encontrada em uma ampla variedade de tecidos, como cérebro, coração, pele, intestino, próstata, mamas, células imunológicas, ossos, rins, entre outros. 

O sistema imunológico é responsável pela resposta do organismo às infecções. Por isso, ele atua no controle de vírus e bactérias nocivas à saúde. Para manter a imunidade lá em cima a dica é a mesma: alimentação saudável e balanceada, exercícios físicos, sono de qualidade e menos estresse. Entretanto, a vitamina D também exerce um papel importante, já que uma de suas funções é a de modular a resposta do sistema imunológico. 

A principal fonte de vitamina D é obtida a partir da exposição ao sol, mas uma fonte alternativa é a dieta, responsável por 20% das das necessidades corporais: alimentos como peixes de água salgada, sardinha e salmão; carnes; leite; ovos; manteiga; castanhas e nozes; feijão; couve e espinafre são ótimas fontes. De maneira geral, o efeito da vitamina D no sistema imunológico se traduz em aumento da imunidade inata junto à adquirida. 

O ideal é tomar sol de 15 a 20 minutos diariamente (pele branca), de 30 a 40 minutos (tom de pele intermediário), e até 1h para (pele negra). Lembrando que essa exposição deve ser sem o protetor solar, pois ele impede o organismo de produzir a vitamina D. 

Em alguns casos é indicada a suplementação da vitamina D – sempre a critério do médico e com acompanhamento das taxas da vitamina no organismo ao longo do tratamento. Uma dica interessante é usar o suplemento junto a um alimento gorduroso, para aumentar a absorção da vitamina D. 

A deficiência de vitamina D nem sempre apresenta sintomas, mas quando isso acontece geralmente ocorre: fraqueza muscular, dor no quadril, dificuldade para caminhar, subir escadas, se levantar ou se deitar, fraturas e quedas – neste último caso, em idosos.

Para diagnosticar a deficiência é necessário realizar o exame 25-OH-D. Este exame constitui o melhor marcador, conseguindo avaliar a concentração de vitamina D no organismo de forma prática e rápida. A concentração ideal de vitamina D para a população em geral varia entre 20,0 a 60 ng/mL. Porém, para alguns grupos de pessoas o ideal é que a vitamina D seja superior a 30,0 ng/mL: idosos, gestantes, lactantes, diabéticos, portadores de doenças inflamatórias e auto-imunes. E você, sabe como está sua taxa de vitamina D?

Conte com o Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!