Check-up Feminino: Entenda sua importância para qualidade de vida e longevidade


Seguir com hábitos saudáveis ao longo de toda a vida são essenciais para as mulheres que buscam longevidade, afinal, para atingir esse tipo de objetivo é necessário agir preventivamente e não de forma reacionária. Assim, quando falamos de hábitos saudáveis não estamos querendo dizer apenas sobre a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação rica em vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para o organismo.

Falamos também da necessidade das visitas frequentes ao médico com o intuito de monitorar o funcionamento de todos os sistemas (reprodutor, respiratório, digestivo, etc.), a fim de saber se, por exemplo, há a deficiência de alguma vitamina e como andam os órgãos e outras estruturas corporais, com o intuito de prevenir possíveis doenças ou distúrbios e, nos casos positivos, tratá-los a tempo de não se agravarem.

Na infância os exames de check-up são os mesmos para meninos e meninas, entretanto, no caso delas, os exames preventivos devem ser feitos logo após o primeiro ciclo menstrual e seguir por toda a vida, inclusive, depois da menopausa, quando, por exemplo, algumas doenças do coração são duas a três vezes mais incidentes do que em mulheres que possuem a mesma idade e ainda não entraram na menopausa.

De qualquer maneira, os exames de check-up se fazem necessários durante toda a vida das mulheres, mas são ainda mais essenciais para manter a saúde de mulheres que já atingiram a terceira idade, uma vez que nessa idade, o corpo já não funciona com a mesma facilidade de antes e, por isso, exige atenção redobrada e acompanhamento médico constante.

Sendo assim, além das doenças cardiovasculares, os exames de check-up ajudam no diagnóstico precoce de muitas outras doenças, incluindo aquelas mais frequentes entre o público feminino, alguns exemplos são a síndrome dos ovários policísticos (SOP), osteoporose, diabetes, distúrbios na tireoide, doenças renais, hepáticas, urinárias, entre outras.

Contudo, com o trabalho conjunto dos exames de check-up mais a assistência médica devida e o empenho da paciente, é possível não só prevenir essas e outras doenças, mas também ter mais garantia de uma vida duradoura, feliz, saudável e com qualidade.

Nós, da Gerardo Trindade, possuímos pacotes de exames montados de acordo com os possíveis perfis de clientes, baseando-nos em idade, sexo e condição clínica. Trouxemos aqui, nossos combos de check-up para mulheres:

BÁSICO PLUS: Indicado para mulheres que possuem até 40 anos e nenhuma doença pré-diagnosticada, podendo, inclusive, ser feito por crianças. Nesse caso, os exames pré-estabelecidos são: hemograma, glicose jejum, colesterol total e frações, triglicérides, uréia, creatinina, TGO, TGP, GGT, ácido úrico, TSH, T4 livre, Vitamina D, urina rotina (EAS), pesquisa de sangue oculto nas fezes.

FEMININO PREMIUM: É o pacote para as mulheres que possuem mais de 40 anos, estando na pré-menopausa ou na menopausa. Os exames inclusos neste pacote são: check-up básico plus + LH, FSH, estradiol, progesterona, CA125.

FEMININO MASTER: É o planejado para mulheres com idade a partir de 60 anos. Os exames indicados neste caso são: check-up feminino premium + vitamina B12, ácido fólico, sódio, potássio, cloretos, magnésio, zinco, fósforo, cálcio, cálcio iônico, PTH.

GESTANTE: Esse é o pacote feito especialmente para as mulheres que estão grávidas. Sua regularidade deve ser realizada conforme a solicitação do médico. Os exames pré-estabelecidos são: hemograma, ferro, ferritina, ácido fólico, vitamina B12, grupo sanguíneo/fator Rh, glicose jejum, Teste de tolerância oral à glicose, uréia, creatinina ,Vitamina D, rubéola IgG e IgM,toxoplasmose IgG e IgM, citomegalovírus IgG e IgM, HCV, anti, HBsAg, VDRL, urina rotina (EAS), urocultura.

Por fim, ressaltamos o quanto é essencial para cuidar da saúde das mulheres de forma preventiva, a ida ao consultório médico com a frequência adequada e a realização anual dos exames clínicos e de check-up, que contribuem significativamente para a promoção da qualidade de vida e do bem-estar, sobretudo para as mulheres que atingiram a terceira idade, que estão grávidas ou que possuem alguma doença crônica, como diabetes ou hipertensão.

Mulher, lembre-se que você sempre contar com o Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde! Clique aqui para entrar em contato pelo Whatsapp e agendar seus exames!

Asma: Conheça sua causa, sintomas e tratamento

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a asma é uma das doenças crônicas mais comuns e pode ser considerada um problema mundial de saúde, já que acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, incluindo tanto crianças quanto adultos. Aqui no Brasil, a estimativa é que existam aproximadamente 20 milhões de asmáticos!

Próximo ao Dia Nacional de Combate à Asma, que tal saber um pouco mais sobre essa doença que acomete tantas pessoas?

Como os números exemplificam, a asma, também chamada de asma brônquica ou bronquite asmática, é uma das doenças respiratórias crônicas com maior aumento de incidência nos últimos trinta anos.

Causas e Sintomas


A principal característica da asma é a inflamação e estreitamento dos brônquios, que são as estruturas tubulares responsáveis por conduzir o ar que inalamos até nossos pulmões. O processo inflamatório, característico da asma, resulta tanto na formação de edemas, quanto no aumento da produção de muco e também em espasmos da árvore respiratória, o que dificulta a passagem de ar pelos pulmões.

Esse tipo de ocorrência pode ocasionar uma série de sintomas, que podem ocorrer como crises periódicas e variam, de pessoa para pessoa, tanto em nível de gravidade quanto em frequência. Os sintomas mais frequentes são: chiado e sensação de aperto no peito, tosse e dificuldade para respirar.

Devido ao processo inflamatório, os asmáticos possuem pulmões muito sensíveis e, diferente dos pulmões de pessoas sadias, podem desencadear crises frente a estímulos ambientais simples, como exposição a pólen, fumaça, mofo, poeira, frio, cachorros e gatos, etc. Além desses, também são fatores capazes de provocar os sintomas ou até mesmo uma crise de asma:

– Doenças virais, por exemplo, resfriados comuns;

– Condições climáticas, tais como temperaturas frias e/ou tempo seco;

– Fatores emocionais, exemplo ansiedade;

– Medicamentos como alguns anti-inflamatórios e beta bloqueadores, normalmente usados em tratamentos de hipertensão arterial ou glaucoma;

– Exposição a tabagismo ativo ou passivo;

– Exercícios físicos.

Contudo, vale reforçar aqui que a prática de exercícios físicos não é proibida para asmáticos e, quando a asma está bem controlada, os exercícios devem fazer parte da rotina. Algumas possibilidades são:

– Natação, uma vez que por ser na piscina, o ar é mais úmido e evita que o gatilho da crise asmática seja ativado;

– Caminhada e bicicleta: os exercícios aeróbicos são os mais indicados para asmáticos, porque são menos intensos que os outros e ajudam a regular o fluxo de ar nos pulmões;

– Musculação: ao contrário do que muitos imaginam, asmáticos podem sim fazer musculação, pois esses exercícios não exigem dos brônquios tanto esforço quanto outros.

Alguns Tipos de Asma

Asma alérgica

Também nomeada asma atópica, é o tipo asmático mais facilmente reconhecido. Muitas vezes começa na infância e está associada a histórico familiar ou do passado de doenças atópicas, como eczema, rinite alérgica ou alergia a alimentos ou medicamentos.

Asma não alérgica

É aquela encontrada em adultos cuja asma não tem associação com nenhuma das alergias citadas acima ou outras. É o caso mais comum da asma de início tardio, que acomete as pessoas, principalmente do sexo feminino, pela primeira vez já na fase adulta da vida.

Asma ocupacional

Precedida pela rinite de mesmo gatilho, a asma ocupacional ou laboral é aquela adquirida no local de trabalho, sendo induzida ou agravada quando a pessoa está exposta a alérgenos ou outros agentes sensibilizadores no ambiente de trabalho.

Outros fenótipos dessa doença são asma com obstrução física, asma causada pela obesidade e asma induzida pelo exercício físico.

Diagnóstico e Tratamentos

Para o diagnóstico, é necessária a realização de exame avaliativos da função pulmonar que sejam capazes de documentar a obstrução dos brônquios, por exemplo, a espirometria ou prova de função pulmonar. Existem casos em que os exames laboratoriais ou os de imagem, como radiografia ou tomografia de tórax, podem ser necessários para uma melhor avaliação da doença.

De acordo com a médica pneumologista, Amanda da Rocha Oliveira Cardoso, para o Jornal da Universidade Federal de Goiás, a maioria dos casos de asma são leves e podem ser acompanhados por um médico generalista ou médico de família.

No caso dos quadros graves, existe a necessidade de avaliação e acompanhamento por médico especialista, o pneumologista. Inclusive, em algumas situações, pode ser que a pessoa precise de uma avaliação com outros especialistas para a observação de doenças que, comumente, têm relação com a asma, por exemplo, refluxo gastroesofágico, sinusite crônica, depressão e ansiedade.

Sendo uma doença crônica, não existe cura para a asma, mas existem possibilidades de tratamento medicamentoso para controlá-la de forma segura e eficaz. De toda forma, o tratamento da doença depende da intensidade dos sintomas apresentados pelo asmático. Em alguns casos, os medicamentos são usados apenas como forma de aliviar os sintomas e, em outros casos, são utilizados diariamente para o controle da doença.

Hoje, já existem medicamentos que podem ser usados para o controle ou até mesmo para alívio dos sintomas. Dessa maneira, alguns pacientes que apresentam a doença em sua forma leve precisarão usar os remédios diariamente, a fim de evitar crises de asma, perda de função pulmonar ou a piora do quadro asmático ao longo da vida.

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Importância do check-up na prevenção da hipertensão arterial

Ainda que a hipertensão arterial geralmente atinja pessoas mais velhas, principalmente a partir dos 60 anos, é conhecida como uma doença democrática por acometer todo tipo de pessoa, independente de idade e classe social. A pressão alta, como é chamada popularmente, é uma doença crônica que atinge cerca de 31% da população global e está associada à força que o sangue faz contra as paredes arteriais para conseguir circular corretamente por todo o corpo. Quando as artérias estão estreitas, o coração precisa bombear o sangue para impulsioná-lo e recebê-lo de volta com muito mais força do que o comum. Como consequência, a hipertensão não somente dilata o coração, como também danifica as artérias.

Que tal saber mais sobre a hipertensão arterial?

Para que uma pessoa seja considerada hipertensa, sua pressão arterial em repouso deve apresentar valores iguais ou acima de 14 por 9 (140mmHg X 90mmHg), contudo, aqueles que possuem hipertensão arterial não apresentam sintomas na maioria dos casos ou só os apresenta quando a doença já está em fase avançada. É possível que alguns hipertensos apresentem sintomas de alerta, como dor de cabeça, sangramento nasal, zumbido, tontura ou alterações visuais.

O grande problema relacionado à pressão alta é justamente o fato de essa ser uma doença silenciosa, pois ainda que não apresente sintomas, segue sendo fator determinante para o surgimento de diversas outras doenças de alto risco, como o infarto do coração e o derrame cerebral. Além de que a pressão alta aumenta consideravelmente a incidência de arritmias cardíacas, doença arterial periférica, perda visual reversível ou não, óbitos materno-fetais na gravidez, disfunção erétil, demência e insuficiência renal crônica, inclusive podendo apresentar falência renal e necessidade de diálise.

Em relação às suas causas, a pressão alta é dividida entre primária e secundária. A hipertensão arterial primária é aquela em que não se sabe a causa específica de seu aparecimento, podendo ser causada, por exemplo, pela associação de várias alterações no coração e nos vasos sanguíneos. Já a secundária é aquela que possui causa conhecida, como doenças renais, distúrbios hormonais (exemplo hipertireoidismo) ou o consumo indevido de drogas como álcool e cocaína e/ou medicamentos como corticoides.

Além disso, algumas pessoas possuem predisposição hereditária a obter essa doença: quando possui somente um dos pais com hipertensão, a pessoa tem 25% de risco de desenvolver a doença ao longo da vida. Já quando o pai e a mãe são hipertensos, esse número sobe para 60%. Em ambos os casos, é necessário que a pessoa se afaste de outros fatores agravantes da doença. Alguns exemplos são a obesidade, o diabetes, o sedentarismo, o estresse, o tabagismo e quantidades excessivas de álcool ou sódio na dieta. Ademais, a apneia do sono também pode contribuir para o agravamento ou surgimento da hipertensão arterial.

Recomendações e tratamento

O tratamento da pressão alta é feito de maneira multidisciplinar e só obtém resultados com o engajamento do paciente. Em alguns casos, os médicos indicam vasodilatadores para um tratamento medicamentoso, além de recomendar enfaticamente a mudança de hábitos. Um estilo de vida adequado contribui comprovadamente e de forma significativa para diminuir a pressão arterial e reduzir a incidência de outras doenças crônicas, tais como diabetes, alguns tipos de câncer e até o mal de Alzheimer. 

Reunimos também algumas dicas do que fazer para controlar a hipertensão arterial:

  • Adote dieta rica em frutas, cereais integrais e laticínios com baixo teor de gordura;
  • Coma sal com moderação;
  • Corte o hábito de fumar e regule o consumo de álcool;
  • Faça exercícios físicos e outras atividades que ajudam a diminuir o estresse, como meditação, yoga ou técnicas de relaxamento.

Diagnóstico e a importância do check up

Como já mencionamos, a pressão alta apresenta poucos ou nenhum sintoma, fator que contribui consideravelmente para aumentar a dificuldade no diagnóstico da doença. Para isso, é importante que todos, principalmente os adultos, façam aferições frequentes da pressão arterial. 

Um fator que faz a diferença neste momento é trabalhar na prevenção. Por exemplo, ter maiores cuidados com a saúde e visitar o médico com frequência são passos importantes para obter, por exemplo, um diagnóstico precoce da hipertensão arterial. A hipertensão crônica e não tratada afeta a longo prazo os rins e o sistema cardiovascular. Por isso, alguns exames rotineiros são indicados para serem feitos por quem tem hipertensão:

  • Exame de urina rotina (EAS) + microalbuminúria 
  • Uréia e creatinina
  • Sódio e potássio
  • Colesterol total e frações + triglicérides
  • Glicemia de jejum e glicohemoglobina
  • Eletrocardiograma de repouso.

Todos esses estão inclusos no check-up, um conjunto de exames que devem ser realizados regularmente, uma vez que atuam na prevenção, no controle e na identificação de diversos problemas na saúde, como a hipertensão e o diabetes, outra doença que somada à hipertensão também pode afetar os rins e o coração. Nesse sentido, fazer o check-up regularmente pode garantir uma vida mais saudável e com melhor qualidade através da identificação de todo tipo de doenças, inclusive aquelas que não apresentam sintomas.

No Gerardo Trindade você pode realizar seu check-up e garantir a prevenção e o acompanhamento de doenças como a hipertensão arterial. Ainda, é possível saber quais exames são os recomendados para o seu perfil. Assim, você pode realizar os exames certos e cuidar de você para obter uma vida mais saudável. 

Clique aqui para descobrir os exames recomendados para você, e aqui para agendar seus exames pelo nosso WhatsApp. Conte com o Gerardo Trindade para cuidar da sua saúde!

COVID, DE NOVO? O QUE VOCÊ PRECISA SABER NESSE MOMENTO

Logo agora que respiramos aliviados (sem máscaras), andando livres, leves e soltos por aí, chegam notícias bem desagradáveis: surto de covid na China e em outros países, número de casos de covid aumentando no Brasil, novas subvariantes da ômicrom… E agora, vai começar tudo de novo?

Infelizmente, com base do que se já se sabe até o momento, iremos conviver com picos de covid de duas a três vezes por ano, já que imunidade pós-infecção e pós-vacinal é temporária e dura somente de 4 a 5 meses. Somado a isso, ainda temos uma baixa adesão ao esquema vacinal pela população.

E com a abolição do uso obrigatório de máscaras em locais fechados ficamos mais expostos à possibilidade de contato com o vírus da covid e com outros vírus comuns no período frio, como vírus da gripe e do resfriado. Ademais, nos deparamos com o resurgimento das arboviroses – dengue, chinkungunya e zika – que provocam sintomas que podem ser confundidos com os sintomas da covid, podendo mascarar um quadro de covid por falta de diferenciação entre as doenças. Confira um pouco mais sobre os sintomas de cada doença na tabela colocada ao final desse texto.

Além disso, o uso de auto-teste para covid  levou a casos de sub-notificação de casos positivos de covid por parte de algumas pessoas, que não comunicaram o resultado do exame positivo à saúde pública. Esta atitude pode levar ao atraso na adoção de medidas de prevenção e no preparo da rede pública para atender a um aumento de casos que podem necessitar de hospitalização e até no aumento do estoque de medicamentos usados no tratamento da covid pelas farmácias e drogarias.

É, pelo visto, passaremos por momentos turbulentos novamente mas com menos impacto no nosso dia-a-dia, já que agora já temos mais informações.  E para esse momento, o que deve ser feito? Precisaremos de algumas ações imediatas e que dependem de adesão da população, de articulação do poder público e de organização do setor de saúde como um todo:

– finalizar o ciclo vacinal contra covid nos adultos e idosos que não retornaram para tomar a dose de reforço, fazendo busca ativa caso a caso;

– disponibilizar novo ciclo vacinal para pessoas que já foram vacinadas há mais de 4 meses;

– retomar o uso obrigatório de máscaras em ambientes fechados;

– testar em estabelecimentos de saúde (públicos e privados) e que são obrigados a fazer notificação compulsória a pessoa suspeita com exames que possam diferenciar covid, gripe e dengue (NS1) para que se possa ter um quadro real da situação;

– preparar o sistema público de saúde para receber uma demanda maior de casos, tanto casos ambulatoriais quanto casos que necessitem de hospitalização;

– articular com as farmácias e drogarias uma elevação do estoque das medicações usadas em caso de covid e gripe, para evitar o agravamento dos casos.

E você que está lendo este texto, o que você pode fazer individualmente para  proteger a você e à sua família? O primeiro passo é tirar sua máscara do armário (é chato, sabemos) e se proteger. Agora, olha sua carteira de vacinação e verifica se está atualizada. Para os adultos, estão previstas 3 doses e para os idosos acima de 60 anos, 4 doses. Se ainda falta uma dose para você se imunizar, não perca tempo, vai tomar sua dose de vacina agora! Ah, e não se esqueça daquele cuidado básico:  lavar as mãos e usar álcool 70º!

Outra ação muito importante que você deve fazer é, ao apresentar qualquer sinal suspeito procure fazer os exames de diferenciação das possíveis doenças que estão causando os sintomas. Afinal, se você circular por aí com covid há grandes chances de você espalhar o vírus para outras pessoas, pessoas que podem vir até a falecer. Autorresponsabilidade, é a palavra, só depende de você. Apresentou sintomas que podem ser associados à covid como dor no corpo, coriza, febre e mal-estar, procure fazer os exames laboratoriais para identificar se você está ou não contaminado com o vírus. Na rede pública, o teste do antígeno (teste do cotonete) é fornecido gratuitamente, porém nos laboratórios particulares você consegue fazer em uma única coleta de amostra nasal o teste mais completo que diferencia covid e gripe, além do exame de sangue para verificar se você não está com dengue (NS1).

O Laboratório Gerardo Trindade disponibiliza os três exames – teste do antígeno para covid, exame da gripe e pesquisa de NS1 – para que você possa verificar se os sintomas que você apresenta estão relacionados à covid ou à gripe ou à dengue.  Se você tiver dúvidas e precisar de orientações, entre em contato conosco que estaremos disponíveis para lhe atender.

SINTOMAS – QUADRO COMPARATIVO

SINTOMACOVIDDENGUEGRIPERESFRIADO
FebreFrequenteFrequenteFrequenteRaro
Dor de cabeçaFrequenteFrequenteFrequenteRaro
Mal-estar e dor no corpoFrequenteFrequenteFrequenteRaro
FadigaFrequenteFrequenteFrequenteÀs vezes
TosseFrequenteNãoFrequenteFrequente
Congestão nasal/corizaFrequenteNãoFrequenteFrequente
Dor de gargantaFrequenteNãoFrequenteFrequente
Perda de olfato/paladarÀs vezesNãoNãoNão
DiarreiaÀs vezesNãoNãoNão
Falta de arÀs vezes (pode ser grave)NãoNãoNão
Enjoo/vômitosNãoÀs vezesNãoNão
Vermelhidão no corpoNãoFrequentesNãoNão

Dia mundial do Hambúrguer: dá para comer sem perigo para saúde?

O Gerardo Trindade te conta um pouco mais sobre os malefícios dos hambúrgueres ultraprocessados e/ou comprados em fast-foods para nossa saúde e ensina quatro receitas de hambúrgueres caseiros e saudáveis para você fazer e comemorar o Dia Mundial do Hambúrguer sem abrir mão de seu bem-estar!

A primeira loja de fast food no Brasil foi fundada pelo tenista americano Robert Falkenburg, mais precisamente no Rio de Janeiro, no ano de 1952. Desde então, a criatividade que só o brasileiro tem, deu ao hambúrguer inúmeras versões, ingredientes e sabores, fazendo com que a iguaria criada em Hamburgo, na Alemanha, conquistasse um espaço único e indiscutível nos pratos, restaurantes e corações brasileiros.

Entretanto, da mesma forma como é apaixonante, o hambúrguer faz mal. Aí mesmo, no motivo pelo qual nos apaixonamos por essa e outras comidas industrializadas, já podemos começar a falar sobre um dos mais famosos inimigos da saúde: o glutamato monossódico.

Esse composto é um tipo de sal utilizado como potenciador dos sabores, que apesar de ser legalizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pode causar alterações na memória, nas sensações, no comportamento, na cognição e nos movimentos daqueles que o consomem em grandes quantidades.

Além disso, o glutamato é uma ocitocina (o “hormônio do amor”) e existem pesquisas que apontam que ele excita os neurônios mais do que deveria, podendo levá-los à morte. Esse acontecimento é capaz de desencadear a degeneração do sistema nervoso, contribuindo para o surgimento de doenças psicológicas, como a depressão e o transtorno de bipolaridade, e doenças nervosas, como mal de Parkinson, Alzheimer e esclerose.

Um bom exemplo para apontarmos de início o quanto hambúrgueres e outros fast-foods são pesados para o organismo é que, em geral, nosso corpo demora de 1 a 3 dias para digerir uma refeição de forma completa. Contudo, os hambúrgueres normalmente levam mais de 3 dias para serem totalmente digeridos. A quantidade de gordura trans contida neles é tão grande, que essa pode demorar até 50 dias para ser processada, além de esse ser o tipo de gordura mais ligado a problemas cardíacos, obesidade, câncer e diabetes.

Existem, inclusive, outras características dos hambúrgueres que também fazem mal à nossa saúde. Por exemplo, quando industrializado, o bife do hambúrguer normalmente é feito com os restos de carne que foram se acumulando ao longo dos dias e que passam por transformações a fim de prolongar o seu tempo de vida ou modificar o sabor. Essa carne processada por si só é considerada prejudicial à saúde, já que por ser repleta de gorduras saturadas, colesterol, conservantes e cloreto de sódio, frequentemente está associada ao aparecimento de doenças crônicas como hipertensão, diabete tipo 2, cânceres e doenças cardíacas.

Os problemas não param por aí: a maioria dos alimentos de fast-food também possuem grandes quantidades de sódio, gordura e muitas calorias, itens que contribuem não somente para o aparecimento das já citadas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, mas também aumentam os riscos de problemas como o infarto.

Ainda, o excesso de gordura, sal e calorias presentes nos hambúrgueres de fast-foods serve como estimulante para a produção de substâncias que desencadeiam um constante estado inflamatório no corpo. Processo que deixa o organismo mais vulnerável em relação ao aparecimento de outras doenças, tais como a obesidade, diabetes e asma, assim como também pode trazer prejuízos à estrutura dos neurônios, favorecendo o aparecimento de doenças como demência, mal de Alzheimer e Parkinson.

Entretanto, o fast-food não é nossa única via de consumo quando se trata dos hambúrgueres. Estão em alta as opções gourmets e caseiras, preparadas com mais cuidado e com ingredientes seletos, sendo, consequentemente, mais saudáveis. Que tal colocar a mão na massa e fazer um hambúrguer em casa? Para ajudar, trouxemos quatro receitas de hambúrgueres saudáveis e deliciosos para você arrasar na cozinha:

1. Receita de hambúrguer saudável caseiro de frango

Ingredientes:

500g de peito de frango;

1 ovo;

suco de 1 limão;

2 colheres de sopa de suco de limão;

1 cebola pequena ralada;

¼ de xícara de chá de farinha de rosca;

4 colheres de sopa de cebolinha verde picada;

½ colher de chá de sal;

½ colher de chá de pimenta preta moída;

azeite de oliva.

Modo de preparo:

Limpe o frango retirando gorduras e membranas e leve para moer no processador por 1 minuto. Despeje essa mistura num bowl e incorpore o ovo, suco de limão, a cebolinha picada e a cebola ralada. Acrescente a farinha de rosca. Tempere com sal e pimenta. Quando estiver bem homogênea a mistura, divida em quatro porções e modele os hambúrgueres achatando e levando a uma frigideira bem quente untada com um fio de azeite. Deixe grelhar por três minutos de cada lado com uma tampa para preservar a umidade do frango. Repita o processo com cada hambúrguer e sirva.

2. Receita de hambúrguer saudável caseiro de patinho

Ingredientes:

500 g de patinho moído (carne magra)

1 ovo inteiro

3 colheres de sopa de farinha integral

2 cebolas ralada

4 dentes de alho ralado

1 colher de café cheia de orégano

1 colher de café cheia de pimenta-do-reino

1 colher de café rasa de sal

cebolinha e salsinha picadinhos a gosto

Modo de preparo:

Em uma travessa, misture todos os ingredientes, bem misturados. Coloque em um saquinho plástico (aqueles de fruta do mercado) e leve à geladeira por um dia para a carne pegar bem o tempero. No dia seguinte faça bolinhas de carne e amasse com a palma da mão fazendo com que fiquem em formato de hambúrguer. Após isso leve ao freezer e congele. Faça quando desejar.

3. Receita de hambúrguer saudável caseiro de grão de bico

Ingredientes:

2 xícaras de chá de grão-de-bico cozido e amassado;

¼ xícara de chá de farinha de trigo integral;

2 colheres de sopa de óleo de canola;

1 cebola média ralada;

2 colheres de sopa de salsinha;

sal marinho a gosto;

pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe o grão de bico, após deixá-lo de molho previamente por 6 horas. Quando estiver macio, escorra e amasse formando uma pasta. Incorpore com os outros ingredientes em uma tigela, temperando a gosto. Faça os hambúrgueres modelando com as mãos e grelhe em panela de teflon ou asse em forno médio até ficarem dourados. Sirva!

4. Receita de hambúrguer saudável caseiro de cogumelos

Ingredientes:

500 gramas de cogumelos da preferência laminados;

40 gramas de farinha de rosca;

2 cebolas picadas;

20 gramas de coentro picado;

azeite de oliva;

1 dente de alho amassado;

pimenta do reino a gosto;

sal a gosto.

Modo de preparo:

Asse os cogumelos numa assadeira anti-aderente e untada com sal, azeite, pimenta e balsâmico. Coloque no liquidificador os cogumelos e a cebola cortada em pedaços. Adicione o coentro e bata até obter uma mistura homogênea. Por fim adicione a farinha de rosca, tempere com sal e pimenta, e volte a bater. A consistência fica meio mole, é normal. Leve essa mistura separada em porções para dourar numa frigideira quente untada com um pouco de azeite de oliva. Quando estiver consistente por baixo, vire e deixe cozinhar do outro lado. Repita o procedimento até acabar e sirva o hambúrguer de cogumelos vegan com folhas verdes.

Todos parecem deliciosos, não? Independentemente de sua escolha de proteína, não se esqueça também de adicionar vegetais em seu hambúrguer, não exagerar no queijo e optar por maionese light ou, melhor ainda, molhos caseiros saudáveis. Bom apetite!

O Gerardo Trindade está sempre com você, seja para trazer informações, seja para lhe garantir um bom atendimento e serviços de qualidade em nosso laboratório. Clique aqui para entrar em contato através do nosso Whatsapp e agendar seus exames!

Gripe e resfriado: diferenças e cuidados

Espirros frequentes, tosse, dores no corpo, febre… Você sabe dizer se estamos falando da gripe ou do resfriado?

É extremamente comum que façamos confusão entre as duas doenças, afinal, mesmo sendo infecções respiratórias diferentes, seus sintomas são bastante semelhantes. Mas, para buscar o tratamento adequado para cada caso é preciso saber diferenciá-las, principalmente com a chegada da temporada fria do ano, que está cada vez mais próxima e costuma trazer mais casos de gripe junto de si. Essa é a primeira diferença que podemos apontar: o resfriado pode acontecer durante todo o ano, já a gripe é caracterizada pela sazonalidade, sendo mais comum no outono e inverno.

Outra diferença importante para começarmos é a exclusividade viral da gripe. Enquanto o resfriado pode ser causado por diversos tipos de vírus, como o rinovírus, adenovírus, parainfluenza e até o próprio influenza, entre outros, a gripe é causada única e exclusivamente pelo vírus influenza, que pode ser dos tipos A ou B. Dentro de cada uma dessas categorias, existem alguns subtipos como o H1N1 e o H3N2 dentro do tipo A e, do B, o Yamagata e o Phuket, por exemplo.

A partir daí, os sintomas possuem pequenas diferenças. Dessa forma, o resfriado normalmente acomete mais exclusivamente nariz e garganta e apresenta, na maioria dos casos, sintomas como coriza, obstrução nasal, prurido nasal, dor de garganta, conjuntivite, podendo também ocorrer a aparição da tosse. Nesses casos, o paciente se recupera em cerca de 4 dias e fica menos “derrubado” do que aconteceria com a gripe.

Já essa, geralmente, tem maior afinidade em relação ao pulmão e os brônquios, ainda que afete também os aparelhos superiores que compõem nosso sistema respiratório, como nariz e garganta. Seus sintomas primários são febre alta (acima de 38 ºC) e súbita, acompanhada comumente de calafrios, dor muscular (principalmente em pernas e região lombar), dor de cabeça e prostração e, em casos mais raros, dor nas articulações. Posteriormente possui os sintomas similares aos do resfriado, como tosse, dor de garganta e congestão nasal, diferenciando-se por ser mais intensa e também causar um comprometimento maior do estado geral do paciente, dando-lhe uma forte sensação de mal-estar.

Outro ponto importante para ser levado em consideração é que a gripe é sim mais grave, já que, além de apresentar sintomas mais fortes, ela costuma durar mais tempo que o resfriado (cerca de 7 a 10 dias). Além disso, caso não seja tratada, pode evoluir para pneumonia e ainda é capaz de agravar quadros anteriores que já eram existentes antes de sua aparição, como problemas cardíacos, asma ou doenças crônicas pulmonares, exemplo a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Como ambas são infecções respiratórias podem ser, inclusive, confundidas com a Covid-19, uma vez que os sintomas iniciais são semelhantes. Além disso, tanto a gripe quanto o resfriado (e a Covid-19) são transmitidas através de gotículas de saliva dos indivíduos infectados que se dispersam pelo ar por meio de espirros, tosse, etc. e entram em contato com as vias aéreas de outros indivíduos. Além disso, em ambientes fechados sem a circulação suficiente de ar, é possível que os vírus sejam transmitidos por objetos infectados com essas gotículas.

Após a contaminação, o tratamento para ambos os casos pode ser feito através de analgesia medicamentosa com a prescrição médica de antitérmicos e outros medicamentos para ajudar a tranquilizar os sintomas, mas de toda forma, o melhor remédio para a gripe e para o resfriado é a prevenção!

Medidas simples podem se tornar um hábito e serem extremamente eficazes contra a contaminação dessas doenças. Um ótimo começo é procurar por uma alimentação balanceada, com um menor consumo de alimentos gordurosos e de mais alimentos cheios de vitaminas e minerais, como frutas e salada, já que uma boa alimentação tem influência direta no funcionamento do organismo e consequentemente na imunidade. Outro passo importante é tomar bastante água ao longo do dia, o ideal é ingerir cerca de 2,5 L diariamente.

Por serem transmitidas da mesma maneira que a Covid-19, alguns cuidados para a prevenção da gripe e do resfriado se tornaram hábitos na pandemia, mas os listamos aqui, pois são fundamentais para evitar o contágio:

  • Lavar as mãos com frequência;
  • Em falta de água e sabão, higienizar as mãos com álcool em gel 70%;
  • Utilizar lenço descartável;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoais;
  • Manter os alimentos bem ventilados;
  • Evitar o contato próximo com pessoas que apresentem sinais das doenças;
  • Ao tossir ou respirar, usar lenço de papel, ou na ausência dele, cobrir o nariz com a área interna do cotovelo, entre o braço e o antebraço.

Uma outra dica importante para finalizarmos é ressaltar a importância da vacinação contra a gripe, principalmente para idosos, crianças, gestantes e outros grupos de risco. Aderir às campanhas de vacinação é necessário tanto para proteger cada indivíduo contra a contaminação, já que a vacina ajuda nosso organismo a criar anticorpos, quanto para “desafogar” o sistema de saúde, que pode ficar sobrecarregado com epidemias de gripe durante o período frio da época.

O Gerardo Trindade está sempre com você, seja para trazer informações, seja para lhe garantir um bom atendimento e serviços de qualidade em nosso laboratório. Clique aqui para entrar em contato através do nosso Whatsapp e agendar seus exames!

Esteatose Hepática: reunimos todas as informações que você precisa sobre essa doença

A Esteatose Hepática nada mais é que o acúmulo anormal de gordura no fígado e, por mais que possa ser comum entre nichos específicos da população, está longe de ser sinal de uma boa saúde, muito pelo contrário, quando a gordura se acumula nesse órgão, é fato que algo de errado está acontecendo. Por isso, juntamos aqui todas as informações que são necessárias para você conhecer mais sobre essa doença e assim, estar atento e se cuidar.

Causas

Entre as causas para o acúmulo de gordura no fígado, um estilo de vida não saudável está presente, junto com a gravidez, sedentarismo, o uso de determinados medicamentos e a perda ou ganho de peso súbitos. Além deles, o consumo de bebidas alcoólicas pode também ser indicado como causa, ainda que aconteça de forma esporádica. Porém, quando drogas e/ou bebidas alcoólicas são consumidas constantemente, criam lesões no fígado que podem, a longo prazo, resultar no acúmulo de gordura que leve à sua falência.

Sintomas

Os principais sintomas dessa doença são dor no abdômen e a barriga inchada, causada pelo aumento do tamanho do fígado, também é comum que os pacientes sintam dores constantes de cabeça, cansaço e fraqueza diários e até mesmo a perda do apetite. Ainda, em casos graves, o paciente pode apresentar icterícia, inchaço nas pernas e pés e hemorragias.

Fatores de risco

Assim como qualquer doença, o fígado gorduroso possui seus fatores de risco, sendo os mais frequentes deles a obesidade, a diabetes mellitus, dislipidemia, hipertensão arterial e a síndrome metabólica. Ainda, também são fatores de risco o consumo de medicamentos como a amiodarona, corticosteroídes, estrógenos, e tamoxifeno, o contato com determinados produtos químicos, o uso de esteroides anabolizantes e até mesmo a realização de cirurgias abdominais, tais como bypass jejuno-ileal e derivações bilio-digestivas.

Prognóstico

A esteatose hepática pode permanecer estável por muitos anos e quando o motivo pelo qual a gordura se acumulou no órgão for encontrado, é possível reverter o quadro, controlando suas causas. Por exemplo, se a gordura estiver ali pelo consumo exagerado do álcool, cerca de seis semanas após a pessoa parar de beber, a gordura já desaparecerá.

Diagnóstico

Para a obtenção do diagnóstico, o paciente precisa realizar exames de sangue, ultrassonografias e, algumas vezes, a biópsia do fígado. Entretanto, como é necessário certo período de tempo para que o acúmulo de gordura no fígado, e em outros órgãos, seja percebido, pode acontecer de o diagnóstico vir tardiamente.

Em casos graves, a esteatose hepática pode vir acompanhada ou não de uma inflamação (esteato-hepatite), que pode, inclusive, evoluir para cicatrização (fibrose). Esta frequentemente evolui para cirrose, que compromete a função do fígado e pode o levar à falência. Justamente para evitar esse nível de gravidade é importante a ida frequente ao médico, pois quanto antes a doença for diagnosticada, mais chances de o tratamento ser efetivo.

Tratamento

Após o diagnóstico, o médico desenvolverá uma linha de tratamento que se encaixe melhor ao caso do paciente, podendo envolver a prescrição de medicamentos e os chamados recursos não farmacológicos, com o intuito de modificar o estilo de vida da pessoa, tais como uma reeducação alimentar através de dietas para o controle do peso e do consumo de alimentos prejudiciais, como bebidas alcoólicas e comidas gordurosas, a prática de atividades físicas, etc.

Como dito um pouco acima, é importante ir com frequência ao médico para a realização dos exames de check-up. Nesse caso, o Laboratório Gerardo Trindade possui pacotes de check-up específicos para cada fase da vida!

No Gerardo Trindade você tem garantia de bom atendimento e serviços de qualidade. Clique aqui para entrar em contato através do nosso Whatsapp e agendar seus exames!

O descarte correto de seus medicamentos e pilhas usadas ajuda o planeta e a humanidade!

No dia 4 de Abril foi comemorado o Dia Mundial da Saúde e este ano o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a data foi “Nosso Planeta, Nossa Saúde”, com o intuito de colocar em pauta a discussão sobre como algumas ações são urgentemente necessárias para manter tanto os seres humanos, quanto o planeta saudáveis. É possível assistir o vídeo da campanha clicando aqui!

Segundo estimativas da própria OMS, mais de 13 milhões de pessoas morrem anualmente em todo o mundo por causas ambientais que poderiam ser evitadas, incluindo, por exemplo, as consequências da crise climática, considerada também uma crise de saúde humana. Ainda assim, as decisões sócio-econômicas tomadas pelas entidades políticas impulsionam a crise climática e da saúde, quando, na realidade, deveriam atuar para impedir seu agravamento.

Mas, o que nós, como indivíduos, podemos fazer para abraçar a causa e

proteger nosso planeta e nossa saúde? Segundo a OMS, algumas mudanças podem ser feitas no dia a dia para inspirar os outros e de fato começarmos a agir, sendo elas:

  • Ir andando a pé ou de bicicleta para o trabalho pelo menos um dia na semana. Além de utilizar o transporte público ao invés do carro próprio nos outros dias.
  • Mudar suas fontes de energia para provedores de energia renovável. Utilizar ar condicionados e aquecedores só em casos extremos e desligar a luz dos cômodos que não estão sendo usados.
  • Comprar legumes, verduras, feijões, pães, bolos e frutas de produtores locais e evitar comidas e bebidas ultraprocessadas.
  • O tabaco além de causar mortes, é poluidor. Por isso, parar de consumir tabaco ajuda sua saúde e o planeta.
  • Comprar menos embalagens plásticas e utilizar, por exemplo, sacolas recicláveis para o dia a dia e as idas ao mercado.

Além dessas, existe outra iniciativa que, apesar de parecer pequena, faz uma grande diferença para a saúde planetária e humana, é gratuita e que depende somente de você: descartar corretamente medicamentos vencidos e pilhas usadas em nossos equipamentos eletrônicos.

Os medicamentos, quando descartados irregularmente em privadas, contaminam diretamente a água de rios, córregos e mares. Esses medicamentos de vários tipos – antibióticos, hormônios, etc – interferem no metabolismo e no comportamento dos organismos aquáticos, desregulando o funcionamento desses biomas e interferindo até mesmo na cadeia alimentar ao contaminar peixes e plantas. Nos seres humanos, que irão utilizar a água contaminada e se alimentar dos peixes, estes medicamentos irão provocar várias doenças a médio e longo prazo, além de aumentar a resistência bacteriana aos medicamentos, levando ao surgimento de superbactérias resistentes aos antibióticos existentes no mercado.

E quando se descartam medicamentos vencidos no lixo doméstico, estes são encaminhados diretamente para o aterro sanitário da sua cidade. No aterro, as substâncias vão se decompondo ao longo do tempo formando um líquido chamado de chorume. Este líquido é absorvido pelo solo e chega diretamente no lençol freático, contaminando a água dos rios e córregos da região.

Já as pilhas e baterias, carregando metais pesados como mercúrio, cádmio e chumbo em seu interior, são altamente tóxicas para a saúde humana e meio ambiente. Quando descartadas no lixo comum, elas são enviadas para aterros sanitários e lá os metais pesados presentes contaminam o solo, os lençóis freáticos e, consequentemente, rios e córregos da região.

Os metais pesados apresentam alto risco para a saúde humana, já que se acumulam no corpo humano ao longo do tempo, levando à doenças crônicas. Dentre elas, estão diversas mutações genéticas, problemas em no sistema nervoso central e, se não for detectado rapidamente, a contaminação por metais pesados pode levar até o câncer.

Outro perigo do descarte de pilhas e baterias no lixo comum é a possibilidade de explosões e incêndios quando estes objetos são esmagados ou perfurados no momento em que as máquinas revolvem o lixo disposto no aterro sanitário.

O Laboratório Gerardo Trindade disponibiliza um coletor especialmente preparado para o recolhimento de medicamentos e pilhas usadas. Ao descartar corretamente estes resíduos, você contribui para preservar o meio ambiente da sua cidade e garantir que a Terra e a humanidade sigam um pouco mais saudáveis.

Traga os medicamentos vencidos e as pilhas usadas para o Laboratório Gerardo Trindade e conte conosco para cuidar da sua saúde e do nosso planeta!

Entre em contato através do Whatsapp (38) 9 9200-1138 e saiba mais sobre o descarte correto de pilhas e medicamentos vencidos.

O EXAME QUE TE POSSIBILITA SABER O SEXO DE SEU BEBÊ COM ANTECEDÊNCIA – SEXAGEM FETAL

Desde a notícia da gravidez, é comum a ansiedade dos pais para saber qual o sexo do bebê que está por vir, tanto que, antes de realizar o Chá de Bebê, virou tendência entre as grávidas o famoso Chá Revelação, uma comemoração íntima preparada por familiares e amigos para revelar aos pais se seu filho será menino ou menina.

Além da ultrassonografia, outra maneira utilizada atualmente para descobrir o sexo da criança é o exame de sexagem fetal que, mesmo sendo conhecido por muitos, ainda gera dúvidas, afinal, como é possível descobrir o sexo do bebê dentro da barriga da mãe?! Nós te explicaremos!

Ultrassonografia ou Sexagem Fetal?

Diferente do ultrassom ou ecografia que só pode ser realizado a partir da décima terceira semana de gestação, o exame de sexagem fetal pode ser feito logo na oitava semana.

A taxa de acerto da sexagem fetal é de 99% quando feito no prazo correto. No caso do ultrassom, existem dados que estimam 90% de confiabilidade na indicação do sexo pela ultrassonografia após as 18 semanas. Na ultrassonografia, que é um exame de imagem, pode ocorrer de o bebê, por exemplo, estar com as perninhas fechadas e bloquear a visão do médico, que não consegue diferenciar o sexo do bebê no momento em que está sendo feito o exame.

Já no exame de sexagem fetal, o problema da posição do bebê no momento do exame não existe, pois o exame é realizado através da coleta do sangue materno e não com o uso de imagens. A sexagem fetal pesquisa, a partir do DNA fetal circulante no sangue materno, o cromossomo Y. É importante esclarecer que a sexagem fetal não detecta alterações genéticas no feto, somente o sexo do bebê.

Preparação e Riscos

Esse tipo de exame não é invasivo e nem interage diretamente com o bebê, ou seja, não representa nenhum risco para a criança e para a mãe, somente apresenta os possíveis desconfortos relacionados à coleta de sangue. Justamente por isso, não são necessárias solicitações ou pedidos médicos para a realização do exame. Como dito anteriormente, a sexagem fetal é feita por meio de uma coleta de sangue, sem a necessidade de preparações anteriores como jejuns ou a manipulação de medicações específicas.

Em aproximadamente 5% dos casos, o resultado pode ser inconclusivo. Neste caso, será necessária uma nova coleta após o período de 15 dias para repetição do teste na nova amostra.

Possíveis Resultados

Relembrando as aulas de biologia do colégio, existem dois cromossomos sexuais, X e Y, sendo que a mulher tem dois cromossomos X e o homem um cromossomo X (vindo de sua mãe) e um cromossomo Y (que veio do seu pai).

Após a coleta, o sangue materno é manipulado para extração do DNA fetal transferido da placenta para o sangue da mãe. No DNA fetal, usando a técnica de PCR, é pesquisada a presença ou ausência do cromossomo Y. Em uma gestação comum, com um só bebê, a interpretação do exame é bem simples: se o cromossomo Y estiver presente no sangue materno, os pais terão um menino, se não estiver presente, o feto é menina.

Agora, se a mulher estiver grávida de gêmeos bivitelinos (duas placentas), o resultado pode ser parcial: a ausência de cromossomo “Y” significa que ambas são meninas e caso contrário, ao menos um dos gêmeos será menino. Nos casos de gestação univitelina, aquela em que os bebês dividem a mesma placenta, o resultado significa que é o mesmo sexo para ambos os fetos.

Em gestações múltiplas nas quais há a perda de um dos fetos, o resultado da sexagem fetal pode ser inconclusivo ou errado. Mesmo que os fetos sobreviventes sejam do sexo feminino, se o feto abortado for do sexo masculino seu DNA fetal será detectado, gerando um falso positivo para a presença de cromossomo Y. Nestes casos, o DNA do feto abortado pode permanecer detectável por mais de 20 semanas no sangue materno.

Período de realização

O exame de sexagem fetal pode ser realizado já a partir da oitava semana de gestação, apresentando neste caso 99% de sensibilidade. Porém, em 5% dos casos o resultado pode ser inconclusivo, devido a limitações técnicas ou a presença de interferentes. Em casos inconclusivos será solicitada uma nova amostra, sendo recomendado aguardar 15 dias antes da nova coleta, quando a gestante já está com dez semanas de gestação.

Interferências

Salvo o período da gestação em que a mulher se encontra, o exame de sexagem fetal pode apresentar resultados errôneos se, em algum momento da vida, a gestante recebeu transplante de um órgão vindo de um doador do sexo masculino ou, ainda, se recebeu transfusão de sangue nos últimos seis meses. Ademais, é importante que o sangue da mãe seja colhido e manipulado por uma mulher, para evitar a possibilidade da amostra sofrer contaminação com o cromossomo “Y”.

Caso a mulher tenha feito algum procedimento de fertilização in vitro com vários embriões e, algum deles não sobreviveu, é possível que algumas de suas células ainda estejam presentes no sangue da mãe e causem interferências no resultado. Já as gravidezes anteriores não interferem no resultado do exame, isso porque o DNA fetal é eliminado da circulação sanguínea da mãe logo após o parto.

Também vale ressaltar que o uso de medicamentos anti-coagulantes à base de heparina, podem levar o teste a obter resultados inconclusivos. Nesses casos é recomendado conversar com um médico e solicitar a suspensão temporária do medicamento por 24 horas antes da coleta.

Diagnóstico de doenças

Por último, é possível esclarecer que o exame de sexagem fetal não identifica se o feto possui doenças genéticas. Entretanto, a diferença entre o sexo encontrado na sexagem e o identificado em ultrassons pode contribuir para a suspeita de algumas condições, como a hiperplasia congênita da adrenal e outras doenças raras. Para diagnósticos mais precisos de casos assim, o indicado é a realização de exames como o teste pré-natal não invasivo e em momentos específicos, a biópsia de vilosidades coriônicas e a amniocentese.

Onde fazer?

Se você é mamãe e já completou as oito semanas de gestação, agende seu exame de sexagem fetal e descubra com o Laboratório Gerardo Trindade se seu bebê é menino ou menina! Ficou com alguma dúvida? Encontre-nos no Whatsapp: (38) 99200-1138

ENTENDENDO O EXAME TOXICOLÓGICO

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o número de acidentes envolvendo caminhões e ônibus diminuiu cerca de 40% após a aprovação da obrigatoriedade do exame.

O exame toxicológico pode ser realizado em várias situações, por exemplo quando existem suspeitas de envenenamento por substâncias tóxicas ou ansiolíticos. Entretanto, aqui no Brasil, ele é exigido pela lei federal n° 13.103, de 02 de março de 2015 e obrigatório para motoristas com Carteira Nacional de Habilitação nas categorias C, D ou E.

Com a aprovação do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), através da lei 14.071/20, vigente desde o dia 12/04/2021, algumas regras em relação ao exame toxicológico mudaram. A partir de então, os motoristas de categorias C, D e E, com idade inferior a 70 anos de idade, devem realizar o exame a cada 30 meses, independente da validade de sua CNH.

Hoje, iremos tirar todas as suas dúvidas sobre esse exame.

O que é?

O toxicológico é uma análise laboratorial indolor, rápida e não invasiva, feita em amostras de cabelo ou pêlos, sem a necessidade de agulhas. Seu objetivo é verificar se o condutor testado consumiu algum tipo de substância tóxica ou droga nos últimos 90 ou 180 dias. Caso o motorista seja exposto a ambientes onde outras pessoas fizeram uso de substâncias ilícitas, o resultado do exame não será alterado. Mesmo que o condutor tenha inalado fumaça por longos períodos, a amostra não sofre interferências pois passa por procedimentos prévios no laboratório antes da análise.

Em quais situações deve ser realizado?

Como mencionado anteriormente, o exame toxicológico é exigido a todo o motorista que pretende obter a CNH nas categorias C, D ou E. Além desse caso, é obrigatória a realização do exame toxicológico para aqueles que pretendem obter, renovar ou alterar a categoria de sua Carteira Nacional de Habilitação. Segundo a nova lei federal nº 14.071/20, também é obrigatório o Toxicológico Periódico, realizado a cada 2 anos e 6 meses, a todos os habilitados com menos de 70 anos de idade.

E em relação ao procedimento?

Para sua realização, não é necessário nenhum tipo de preparação prévia, como jejuns ou ingestão de certa quantidade de líquidos, pois, como dito, no exame toxicológico é feita a coleta de pelos ou cabelo de forma indolor, com o auxílio de uma tesoura. As únicas exigências feitas em relação ao cabelo é que não esteja úmido ou molhado e que possua 3 cm ou mais de comprimento, ou seja, não há problema se o cabelo estiver descolorido, tingido, alisado ou com gel.

É importante reforçar a necessidade de o cabelo ser natural do próprio doador, não podendo ser feita a análise em apliques, sejam eles naturais ou sintéticos.

Quais substâncias são detectadas no exame?

O exame é capaz de identificar a média de consumo do motorista testado, classificando seu hábito em uma escala que vai de levíssimo a gravíssimo. Além do LSD, pó de anjo e alguns opiáceos (codeína, morfina e a heroína), as seguintes substâncias são identificadas:

Anfetamina: Esse psicoativo faz com que a pessoa fique elétrica, agitada e perca o sono, por isso é muito comum nas estradas do país. Entretanto, seus efeitos colaterais são pesados; ansiedade, náusea, alucinações, paranóias, dor de cabeça, visão turva/tremida, podem até mesmo levar a um infarto do miocárdio.

Metanfetamina: Sob efeito, o usuário se sente ligado, impulsivo e confiante, ficando alguns dias sem dormir também. Quando o efeito passa, a exaustão e agressividade tomam conta.

Ecstasy: Estimulante do sistema nervoso, seus efeitos mais comuns são a ansiedade, paranoia, suor excessivo, aumento dos batimentos cardíacos e insônia.

Maconha: Assim como seus derivados skunk e haxixe (também detectáveis pelo exame), os efeitos de seu uso são pensamentos mais lentos, dificuldade de raciocinar, retina e boca ressecadas, perda da memória de curto prazo e sonolência.

Cocaína: Gera agitação, sensação de poder, pensamento acelerado e insônia. Mas, em alguns casos, também pode causar delírios, agressividade, ansiedade, tremores e contrações musculares.

E se o motorista discordar do resultado?

Em casos de objeção ao resultado do exame toxicológico, o cliente poderá realizar uma solicitação de contraprova junto ao laboratório onde foi testado. Um novo exame é feito a partir de uma amostra dos cabelos, pelos ou unhas coletada posteriormente para a primeira testagem. É recomendado que o segundo exame seja realizado no mesmo laboratório em que o primeiro, pois existe a possibilidade da Senatran, a Secretaria Nacional de Trânsito, antiga Denatran, não aceitar o segundo teste para serviços de habilitação.

A droga é detectada pelo exame toxicológico quanto tempo após o consumo?

Não é possível detectar as substâncias logo após seu consumo, pois é necessário aguardar sua metabolização na corrente sanguínea. Assim, uma vez no sangue, a droga é depositada e absorvida pela queratina contida nos bulbos capilares, processo que leva, em média, de 6 a 7 dias para sua totalização.

Entretanto, vale ressaltar que o consumo de drogas é prejudicial à saúde do ser humano e a segurança daqueles que estão à sua volta, portanto, não é recomendado sob nenhuma hipótese.

Por que o exame é feito no cabelo ou pelo?

Após ser consumida, a droga é carregada pela corrente sanguínea que, em conjunto com a oleosidade da pele e a transpiração, é responsável por depositá-la na queratina dos fios, tanto do cabelo quanto do pelo.

Dessa forma, à medida que o cabelo cresce, as substâncias são incorporadas no córtex capilar e fixadas nos fios. Por isso, se o consumo for contínuo, maior é o teor de componentes das substâncias encontradas. Com amostras de 3 cm de comprimento, é possível detectar quais quantidades de quais drogas foram consumidas nos últimos 90 dias (3 meses) e conforme maior seja o tamanho do cabelo, maior é o período que poderá ser analisado.

O que mais levar em consideração?

Janela de detecção: Caso não seja possível realizar o exame através de amostras capilares, o pelo do doador é coletado, entretanto, existem diferenças entre os resultados dos exames já que a  janela de detecção varia conforme o processo de crescimento dos cabelos e dos pêlos, que é diferente em ambos os casos. Enquanto os cabelos crescem continuamente (o que possibilita a detecção de drogas consumidas em 90 dias), os pêlos caem quando completam seu ciclo, em aproximadamente em 6 meses, único período passível de ser analisado com essa amostra.

Amostra de unhas: Os testes só são realizados com amostras de unhas quando o condutor apresenta quadros clínicos que impossibilitam a coleta de de outro tipo de amostra, como a alopecia universal.

Álcool e cigarro: De acordo com a Lei 13.103, não há a necessidade de detectar o consumo de bebidas alcoólicas, cigarros, energéticos, antidepressivos, anabolizantes, calmantes e similares.

Remédios prescritos: Algumas das substâncias detectadas obrigatoriamente pelo exame podem ser prescritas por um médico para tratamentos específicos. Nesses casos, o condutor deve apresentar a receita medicamentosa no momento em que realizará a coleta das amostras para testagem, conforme previsto na Lei 13.103. Dessa maneira, o motorista evitará sua reprovação no exame toxicológico.

Onde realizar o exame toxicológico?

O motorista pode fazer seu exame toxicológico em qualquer clínica ou laboratório que seja credenciado junto a Senatran. Se você é de Pirapora/MG, faça seu exame no Laboratório Gerardo Trindade! Aqui, nós parcelamos o valor em até 6 vezes no cartão de crédito!

Ficou com alguma dúvida? Estamos no Whatsapp: (38) 99200-1138

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